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sábado, 31 de maio de 2014

A ética dos “homens bons”


31 de maio de 2014 | 12:49 Autor: Fernando Brito
bankgters
Num mundo dominado por um pensamento que coloca o lucro como a razão suprema da  vida social, não é estranho que, ao se pensar no que é ter razão, imagine-se que mais razão tem quem mais dinheiro ganha.
E quem mais razões supremas pode ter senão aqueles que, neste mundo sem razões que não a grana, que os grandes banqueiros internacionais?
Eles são os que dizem, com seus “ratings”, suas “boas práticas” e seus critérios sobre que economias são viáveis e quais são “populismo” insustentável.
Os governos devem, em lugar de ouvir os povos que os elegem, ouvir o mercado, porque é de lá que vem a virtude.
Afinal, o lucro é sempre bom e santo, e os impostos são perversos.
O Estado é mau, ineficiente, perdulário, corrupto.
Mauro Santayana, em seu blog, traz um pequeno relato, abafado por nossa valorosa imprensa, muito ocupada em vasculhar a honradez de todo e qualquer um que defenda um regime de mínimos controles do capital, limitando seus apetites pantagruélicos.
Afinal, os banqueiros são homens bons, diferentes desta camorra política,  à qual, infelizmente, tem-se de suportar, por causa desta coisa miserável chamada voto, que bem podia ser substituída por um conselho dos ricos, porque são eles que, afinal, têm razão porque têm dinheiro.

http://tijolaco.com.br/


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