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domingo, 8 de novembro de 2015

O PMDB "TUCANOU". PONTE PARA O FUTURO É A PONTE PARA O INFERNO.



Com Agência Senado
O senador Roberto Requião (PMDB-PR) fez duras crítica ao documento da Fundação Ulysses Guimarães contendo sugestões do seu partido para a superação da crise econômica e afirmou que as propostas ali contidas nada têm a ver com o PMDB de Ulysses Guimarães. Por isso, ele espera que o documento “seja definitivamente enterrado” no congresso do partido, no dia 17 deste mês.
Requião disse que, embora apresente alguns “lampejos de lucidez”,  como na crítica ao modelo de gestão da dívida pública, o documento não apresenta soluções efetivas para os problemas apontados. A seu ver, o documento erra, por exemplo, quando afirma que a recessão é causada pelo déficit ou dívida elevada e não pela política de arrocho fiscal e quando defende aumento da idade para aposentadoria.


Para Requião, também merecem críticas a análise da fundação Ulysses Guimarães sobre a inflação, bem como a defesa do fim da indexação de benefícios previdenciários ao salário mínimo, dos ganhos reais dos benefícios com base no crescimento do produto interno bruto e da exigência de recursos mínimos para a saúde e a educação.
- Eles não querem reduzir o pagamento de juros, não querem reduzir os juros do Banco Central, eles querem cortar saúde, educação, salário e previdência social. Este não é o PMDB de Ulysses Guimarães, não é o velho de guerra. Em um momento, lembram que os juros são altos, mas só para depois dizer que tem que ser assim mesmo. Nesse ponto, dá para duvidar se o B do PMDB da Fundação Ulysses Guimarães é de Brasil ou é de bancos brasileiro – protestou o senador.
Roberto Requião disse, ainda, que o documento propõe a asfixia do Executivo ao sugerir o que ele chamou de “parlamentarismo ilegítimo, travestido de presidencialismo”, porque aumenta o poder do Parlamento, sem aumentar suas responsabilidades.
Ele também repudiou a sugestão de criação de órgão independente para avaliar o Executivo e seus programas, afirmando que isso colocaria burocratas e tecnocratas acima dos parlamentares eleitos. Além disso, lembrou Requião, proposta de criação desse órgão já foi rejeitada pelo Senado.

http://www.robertorequiao.com.br/

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