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quinta-feira, 12 de junho de 2014

Joaquim Barbosa tenta incriminar advogado que o enfrentou


Joaquim Barbosa não é uma pessoa confiável. É capaz de qualquer subterfúgio para defender suas posições. Até armar uma acusação improvável contra o advogado Luiz Pacheco - que cobrou dele a colocação na pauta de recurso sobre a prisão domiciliar de José Genoíno.
O desempenho do advogado no plenário do STF foi firme e perfeitamente normal. Existem as gravações para comprovar. Conversei com ele logo após o incidente e estava em pleno domínio de suas faculdades mentais.
Barbosa é capaz de manipular provas para defender suas teses. Que se tome cuidado para impedir uma armação  para cima do advogado.
O caso da tentativa de escuta do Palácio do Planalto pelo Ministerio Público do Distrito Federal casa-se com decisão recente sua - de prorrogar a prisão fechada de réus devido a uma suposta denúncia anônima cujo autor não quis se identificar. Em dois casos a mesma jogada do off. Agora, um segurança em off incrimina o advogado.
Digo aqui: o presidente do STF Joaquim Barbosa é um manipulador! E já deu provas sobejas disso.
A primeira manipulação ostensiva de Barbosa ocorreu no julgamento do senador e ex-governador de Rondônia Valdir Raupp.
De acordo com seu relatório, Raupp teria desviado recursos do Banco Mundial. Seu relato convenceu cinco Ministros que o acompanharam no recebimento da denúncia.
Coube a Gilmar Mendes identificar a falha no relatório. Um ordenador de despesas do estado havia lançado mão de recursos do convênio para cobrir uma situação momentânea de falta de caixa. Assim que soube, o governador abriu inquérito e mandou devolver os recursos aos cofres do Estado.
Informados dos novos dados, alguns Ministros decidiram mudar seu voto. Barbosa requereu então vista do processo para impedir que um colega - em véspera de aposentadoria - pudesse modificar seu voto.
 
Uma segunda manipulação aconteceu no chamado mensalão do PSDB. Barbosa apresentou um documento que teria sido assinado por Eduardo Azeredo. Para fundamentar a denúncia, sustentou que a defesa sequer rebatera o seu conteúdo. Era blefe. O advogado de Azeredo, José Gerardo Grossi, explicou que não rebatera porque o documento sequer fazia parte da denúncia.
 
A última de Barbosa agora é se valer dos seguranças do STF para acusar o advogado Luiz Fernando Pacheco de estar embrigado.
 
Repito: quando se trata de defender suas teses, Joaquim Barbosa é um manipulador. Ele já ultrapassou todos os limites da decência jurídica.
 

Segurança diz que advogado expulso do STF estava 'embriagado'

Assessoria do STF divulgou documento interno com relato de segurança.
Luiz Pacheco chamou documento de 'ridículo' e afirmou que não bebe.

 
Mariana Oliveiira Do G1, em Brasília
 
 
 
 
A assessoria do Supremo Tribunal Federal (STF) divulgou na noite desta quarta-feira (11) relatório interno sobre a retirada do plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) do advogado do ex-deputado José Genoino, no qual um segurança do tribunal informou a seu superior que o defensor estava "visivelmente embriagado". No mesmo relatório, outro agente de segurança diz ter ouvido o advogado afirma que "se tivesse uma arma, daria um tiro na cara do presidente" – leia a íntegra do relatório ao final deste texto.
Ridículo. Repudio veementemente até porque, como todos que me conhecem sabem, não bebo, rigidamente não bebo. E desafio quem quer que seja a demonstrar o contrário. Fiz o que fiz na maior sobriedade e faria de novo quando e onde se mostre a tirania. Joaquim Barbosa, ainda que sóbrio, vive num porre seco."
Luiz Fernando Pacheco, advogado do ex-deputado José Genoino
Procurado pelo G1 após a divulgação do relatório, o advogado Luiz Fernando Pacheco classificou de "ridículo" o relatório e negou que estivesse embriagado e disse que falou "na maior sobriedade". "Faria de novo", disse.
"Ridículo. Repudio veementemente até porque, como todos que me conhecem sabem, não bebo, rigidamente não bebo. E desafio quem quer que seja a demonstrar o contrário. Fiz o que fiz na maior sobriedade e faria de novo quando e onde se mostre a tirania. Joaquim Barbosa, ainda que sóbrio, vive num porre seco", declarou.
No início da sessão desta quarta, Barbosa mandou que seguranças retirassem Luiz Fernando Pacheco do plenário. Minutos antes, o criminalista, que comanda a defesa de Genoino, havia interrompido um julgamento para pedir que o Supremo discutisse recurso que pede que seu cliente deixe o presídio da Papuda, em Brasília, e volte para a prisão domiciliar. Após a discussão no plenário, o advogado foi retirado do local pelos seguranças.
O advogado Luiz Fernando Pacheco, que comanda a defesa do ex-deputado José Genoino (PT-SP), foi retirado do plenário do STF por ordem de Joaquim Barbosa (Foto: Mariana Oliveira / G1)
O advogado Luiz Fernando Pacheco, que comanda
a defesa do ex-deputado José Genoino (PT-SP), foi
retirado do plenário do STF por ordem de Joaquim
Barbosa (Foto: Mariana Oliveira / G1)
No relatório, o agente de segurança diz que, após ordem do presidente do Supremo, pediu que o advogado se retirasse, mas ele negou.
"Como o advogado, visivelmente embriagado, alterou o tom de voz de maneira desrespeitosa, o Presidente, suspendendo a Sessão, ordenou sua imediata retirada do Plenário. Com a equipe de segurança já postada ao redor do advogado, solicitei que ele se contivesse e se retirasse. Como se negou, a equipe de segurança, usando o princípio de uso moderado da força, retirou o advogado que, mesmo assim, insistia em pronunciar palavras agressivas ao sr. presidente."
O agente afirma ainda que outro segurança ouviu, fora do tribunal, o advogado ameaçar Joaquim Barbosa. "Informo ainda que, segundo depoimento do agente de segurança que participou da ação de retirada do advogado, já fora do Tribunal ele, visivelmente transtornado, teria dito que se tivesse uma arma, daria um tiro na cara do presidente."
Manifestações fora do plenário
Na saída do plenário, após ser retirado pelos seguranças, o advogado afirmou que Barbosa não coloca  o recurso em pauta e que "sonega ao réu a jurisdição".
 "Não traz em pauta o processo porque sabe que será vencido. Então, a nossa manifestação hoje foi nesse sentido. No sentido de que ele traga ao plenário o agravo para que o Supremo Tribunal Federal, e não só a sua figura nefasta, julgue se José Genoino deve morrer na cadeia ou se pode cumprir prisão domiciliar."
O advogado disse que o presidente do Supremo usou de "truculência" para retirá-lo do plenário. "Ele com toda a sua truculência mandou me retirar do Supremo Tribunal Federal. Recebo isso com honra. Cada pedra lançada a mim por esse homem eu recebo como uma medalha."
Barbosa aponta 'ameaças'
Em nota, Joaquim Barbosa afirmou que o advogado de José Genoino agiu de "modo violento" e fez "ameaças" a ele.
"O Presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Joaquim Barbosa, considerou lamentável o episódio ocorrido no início da sessão plenária desta quarta-feira, quando o advogado Dr. Luiz Fernando Pacheco interrompeu abruptamente o julgamento de uma Ação Direta de Inconstitucionalidade para exigir que fosse imediatamente julgado recurso por ele interposto e concluso para julgamento no fim da semana passada. Agindo de modo violento e dirigindo ameaças contra o Chefe do Poder Judiciário, o advogado adotou atitude nunca vista anteriormente em sessão deste Supremo Tribunal Federal", afirmou a nota.
Íntegra
Veja a íntegra do relatório feito pelo agente de segurança do Supremo:
Senhor chefe da Seção de Segurança Pessoal de Dignitários

Reporto-me a Vossa Senhoria a fim de informar a ocorrência de incidente hoje, por ocasião da abertura da Seção Plenária.

O ocorrido se deu quando o Dr. Luiz Fernando As e Souza Pacheco, assomou à tribuna solicitando questão de ordem.

Como o advogado, visivelmente embriagado, alterou o tom de voz de maneira desrespeitosa, o Presidente, suspendendo a Sessão, ordenou sua imediata retirada do Plenário.

Com a equipe de segurança já postada ao redor do advogado, solicitei que ele se contivesse e se retirasse. Como se negou, a equipe de segurança, usando o princípio de uso moderado da força, retirou o advogado que, mesmo assim, insistia em pronunciar palavras agressivas ao Sr. presidente.

Com o incidente equacionado, o Sr. Presidente reiniciou a Sessão.

Informo ainda que, segundo depoimento do agente segurança que participou da ação de retirada do advogado, já fora do Tribunal ele, visivelmente transtornado, teria dito que “se tivesse uma arma, daria um tiro na cara do presidente”.

Cabe ainda detalhar o procedimento da equipe de segurança que seguiu todos os critérios a serem adotados em situações típicas, principalmente com o uso moderado da força, retirando o advogado sem atropelos e maiores alardes.

Quanto ao mais, me coloco a vossa disposição para maiores esclarecimentos.

Depoente – Servidor da Secretaria de Segurança do Supremo Tribunal Federal

http://jornalggn.com.br/

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