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quinta-feira, 1 de agosto de 2013

SANGUESSUGAS

"Os banqueiros e grupos empresariais que vivem mais da especulação financeira do que de suas atividades precípuas saqueiam o estado, principalmente, através da dívida pública".

"O orçamento da União, que exibe apenas a ponta do iceberg desse fenômeno( a pate submersa circula através da caixa preta do Banco Central).

" Além de abocanhar a maior parte do orçamento através da dívida pública, o eficiente setor privado se apropria indevidamente de parcela ponderável da receita da União ao praticar a sonegação fiscal, ou seja, de recolher aos cofres públicos tributos que arrecada dos contribuintes."


"Não bastasse o saque sistemático ao erário público realizado por estes grupos parasitários, o governo continua com a política de "privatização", de doação pura e simples do patrimônio público aos cartéis nacionais e estrangeiros". 

"O resultado de tudo isso é que minguam os recursos para a saúde, educação, habitação popular, infra-estrutura, saneamento, mergulhando o povo em miséria crescente."

"Já morto este modelo perverso,  só consegue sobreviver à moda dos vampiros: sugando o sangue dos vivos. E é isso que fazem os principais representantes dessa ordem eonômica morta-viva, os oligopólios e monopólios privados, ao saquearem o conjunto da sociedade através do Estado. Sugam o sangue dos vivos em busca de sobrevida, numa reedição agravada das aves de rapina denunciadas, na carta-testamento de Getúlio Vargas".

"Não existe, portanto excesso de Estado na economia; existe excesso de interesses privados dentro do Estado. Não existe ineficiência no Estado; existe deformação de suas finalidades ao servir demasiado a interesses privados. Não existe falência do Estado brasileiro; existe pilhagem do Estado por grandes grupos econômicos, vanguardeados pelos banqueiros." Elimine-se essa pilhagem (particularmente, através do enfrentamento das dívidas externa e interna e de uma política de combate asem quartel à sonegação) e democratize-se a gestão pública( tornando o Estado a "respública", coisa pública, em lugar de objeto de saque privado) - e a eficiência estatal, como expressão do interesse coletivo e alavancadora do desenvolvimento econômico, social e politico, aparecerá em toda sua dimensão Para isso, certamente, faz-se necessário desbancar do poder as elites parasitárias que têm se refestelado no botim em que se transformou o estado brasileiro e transforma-lo, efetivamente, numa República democrática (coisa pública sob o poder do povo)"

Nilson Araujo de Souza.
Do Livro "O Colapso do Neoliberalismo"

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