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terça-feira, 6 de agosto de 2013

Manoel Dias recebe lideranças sindicais no Rio de Janeiro

Ministro afirma estar engajado em aumentar e melhorar a atuação do MTE por todo o país
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Ministro recebe lideranças na SRTE/RJ

Rio de Janeiro, 05/08/2013 - O ministro do Trabalho e Emprego, Manoel Dias, esteve reunido na tarde dessa segunda-feira (05/08) com representantes sindicais fluminenses na sede da Superintendência Regional do Trabalho e Emprego do Rio de Janeiro (SRTE/RJ). Durante o debate, os sindicalistas pontuaram as principais demandas das classes trabalhadores locais, com destaque para a qualificação profissional e a garantia de direitos.

Ressaltando a importância da política implementada pelo governo, Manoel Dias afirmou aos participantes que o ministério mantém seu objetivo histórico de defender os direitos dos trabalhadores e gerar vagas. “O MTE está engajado em aumentar e melhorar sua atuação por todo o país. O grande destaque fica por conta dos investimentos na formação profissional, que receberá o complemento do microcrédito orientado. Isso permitirá o aumento da chance de sucesso dos recém-formados que desejam abrir uma pequena empresa”, afirmou o ministro.

Comemorado por todos os presentes, o anúncio do lançamento nos próximos meses da Universidade do Trabalhador João Goulart abre uma nova janela de oportunidades para o crescimento profissional, com cursos à distância e presencial pelo Brasil.  

Com relação aos registros sindicais, Manoel Dias informou que criou um mutirão para acelerar a liberação desses pedidos. “Estabeleci como meta do ministério que até o final do ano boa parte das solicitações sejam solucionadas. Seremos pró-ativos para resolver os casos que estejam pendentes com os sindicatos”, finalizou.

Assessoria de Comunicação Social/MTE

EM TEMPO: Estive neste encontro com o ministro Manoel Dias. Em resposta à apresentação do ministro, ressaltei que o problema do governo da presidenta Dilma era o pagamento absurdo dos juros ao sistema financeiro, utilizando os recursos públicos para o pagamento do "superávit primário", e a desnacionalização da economia, favorecendo as empresas multinacionais. Com os recursos direcionados ao pagamento dos juros, o governo federal poderia investir muito mais em saúde, educação, habitação e transporte, gerando milhões de empregos e, consequentemente, renda e consumo. 

Acrescentei que o desejo das organizações sindicais é de que o ministro alertasse à presidenta que esta política econômica se assemelha à politica neoliberal praticada no governo FHC. Se a saúde, educação, transporte estão ruins é porque se mantém a mesma politica ditada pelo FMI. 



Mesmo sem estar formalmente em contrato com este órgão, pratica-se a mesma politica. Ressaltei, ainda, que isso era preocupante, pois se vislumbra a volta do desemprego. Assim, ou o governo retoma a politica iniciada pelo governo do presidente Lula no segundo mandato, ou iremos à bancarrota. O ministro ressaltou que era necessário mudar o modelo econômico e conclamou os sindicatos a mobilizarem e conscientizarem suas bases.

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