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domingo, 29 de março de 2015

Uma visão comunista






Por Valdir Pereira

Contrariando, os que defendem o sistema capitalista como imutável e perene. Levanto a tese que o comunismo não é uma questão de querer. É uma questão histórica.

É um processo histórico que vem desde o período primitivo, passa pelo escravagismo, entra no feudalismo e em função do progresso social e a revolução industrial de 1848, chegamos ao capitalismo. Os artesões, os operários e a burguesia, promoveram a mais importante revolução da história, derrubando o feudalismo. 

Nada surge por acaso. A história passa por fases, cada fase é um avanço em relação às contradições da fase anterior; essas contradições é que permitem sua caducidade e substituição por um novo tipo de sociedade.

Atualmente, passados dois séculos, vivemos nos sistema capitalista e sem que vejamos o processo que ocorre no capitalismo; cresce e desenvolve as forças produtivas e os meios de produção; ensejando um novo contexto social; acumulando as contradições do processo produtivo, até o momento do novo salto; a nova fase do sistema econômico: o socialismo. Infelizmente, as condições objetivas estão passando por uma maturação, e ainda não atingiram as condições propicias para a mudança.

 Apesar das tentativas, não há como saltar etapas, o socialismo se mantém ou se mantiveram, como na URSS, como uma promessa que não  concluíram os seus objetivos.

Metaforicamente, a fruta não estava madura.

Quando maior o desenvolvimento capitalistas, mais profundas as contradições; até o momento em que há ruptura; onde deixa de existir a lei fundamental do processo que mantém o regime: "a correspondência necessária entre o caráter das forças produtivas e as relações do modo de produção". Com o processo neste estágio, inevitavelmente haverá a mudança, que alguns chamam de socialismo, mas prefiro chamar sociedade de novo tipo.

A característica dessa nova sociedade é extinção da propriedade privada dos meios de produção com o controle das classes exploradas, em detrimento da classe exploradora: a burguesia. 

Nesta nova condição, a divisão dos bens produzidos se dará da seguinte forma: "a cada um de acordo com suas necessidades, de cada um de acordo com suas possibilidades". 

Quanto ao comunismo em si, entende-se como uma sociedade superior, com a eliminação do estado, redução ou extinção do trabalho, permanecendo o trabalho intelectual que terá missão aprimorar o processo produtivo, introduzindo sistemas tecnológicos cibernéticos ou robóticos, sem o manuseio da mão de obra humana; com extinção do estado passa a vigorar a autogestão, o lazer, atividades esportivas, altas pesquisas tecnológicas, atividades culturais, convívio social harmonioso, etc.; onde qualquer atividade criminosa deixa de existir; a cultura o maior bem precioso, implícito no coletivo social.

Este texto é uma síntese da previsão do funcionamento do socialismo e do comunismo. As previsões, neste pequeno texto são derivadas de minha visão futuristas, abstraídas do estimulo das noções marxistas, agregadas ao conhecimento histórico da luta de classes e o processo dialético que move a sociedade. 

É esta uma das etapas finais para a humanidade, acredito eu. Não é uma utopia, uma fantasia.

http://valjucapereira.blogspot.com.br/

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