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quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

“TODOS PODEM SONHAR QUE SÃO HENRY FORD, MAS NÃO EXISTE A FUGA PARA TODOS DA CONDIÇÃO DE TRABALHADOR”


A divisão da sociedade em classes provém da divisão do trabalho.
A história de todas as sociedades até hoje existentes é a história da luta de classes. Em nota para a reedição do Manifesto Comunista, Engels esclarece a frase inicial do capítulo intitulado “Burgueses e proletários”: isto é, toda história escrita, porque a pré-história, a organização social anterior à história escrita, era conhecida em 1847. De fato, naquela época as pesquisas antropológicas ainda engatinhavam.

Mas, mesmo restrita à história escrita, a fórmula só é aceitável se a palavra  “CLASSE” tiver um sentido amplo, que englobe formas diferentes de agrupamentos sociais (castas, clãs, ordens, estados, status), e não apenas as classes modernas, que pressupõem o trabalhador livre e as relações de produção capitalistas.

As cidades antigas tendiam a “tornar as profissões hereditárias”, “petrificá-las em castas” ou, ainda, “ossificar em corporações os diferentes ramos da indústria”.
Dessa maneira, os componentes da nobreza  relacionavam-se entre si por meio de uma estrutura hierárquica. Como podemos observar logo abaixo, na base hierárquica encontravam-se os cavaleiros, acima deles, ficavam os barões, que tinham como seus suseranos os duques, condes e marqueses. E por fim, ao topo da hierarquia feudal situava o rei, que possuía direitos sobre seus vassalos.


Na sociedade capitalista, o trabalhador não está atrelado por seu nascimento a um status ou a um grupo hereditário. Ele é teoricamente livre, o que o permite a todos os devaneios da promoção social ou do sucesso pessoal.

“Todos podem sonhar que são Henry Ford. Mas não existe evasão em massa da condição trabalhadora”.
Em sentido amplo, a divisão da sociedade em classes provém da divisão do trabalho.


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