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quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

O BRASIL E SEU DILEMA DE SOBREVIVÊNCIA: NO EPICENTRO DE DUAS AMEAÇAS.

O maior país do hemisfério sul, o Brasil, vive hoje seu maior dilema: ceder aos falcões capitalistas colonizadores ou aos fantasiosos corruptos socialistas.
Prepara EUA protestos ao estilo Maidán na Venezuela e no Brasil?
Dois países importante de América Latina, Brasil e Venezuela, enfrentam problemas que ameaçam desestabilizar a região. Segundo o observador da emissora Sputnik, Ilia Charlamov, EUA está por trás dos protestos nestes países pela amizade que Brasilia e Caracas mantêm com Moscow.
“Não é casual que a intensificação atual da oposição, que recebe inclusive doações estrangeiras, assim como a informação acerca do complô organizado pelos EUA coincidira com a queda do preço do petróleo”, escreve Charlamov. Segundo ele, Washington quere utilizar os problemas atuais da Venezuela para eliminar seu líder, a quem não pode controlar e que mostra muita simpatia pela Rússia.
Charlamov recorda que não só na Venezuela se registram protestos, como também no Brasil, que é parte dos BRICS. “Ao que parece, Washington acredita que é o momento de dar um golpe decisivo contra este projeto, seus ideólogos e condutores, entre eles, sem dúvida, Dilma Rousseff”, afirma o jornalista, citado por RIA Novosti.
Os manifestantes brasileiros acusam o Governo atual de corrupção. “Há um ano e meio, na Ucrânia também todo começou com as acusações de corrupção. Logo chegou uma guerra civil e o colapso real do Estado. Como é característico, os meios de comunicação dos EUA e outros países ocidentais prestaram atenção especial aos protestos no Rio de Janeiro, São Paulo e outras cidades brasileiras. Graças à Ucrania, o Ocidente aprendeu muito bem qual é o papel dos meios de comunicação nas revoluções modernas”.1
Se a Venezuela for derrotada e cair, por todos caem.
Elevar a voz valente ante a agressão norte-americana contra a Venezuela e criar um “escudo protetor” para a paz foi o que instou o presidente venezuelano, Nicolás Maduro, aos países da ALBA.
“Assim como a Venezuela com a iniciativa do nosso comandante Chávez se converteu em um escudo protetor da vida econômica e social do Caribe, hoje pedimos ao Caribe que com sua voz valente apoie a Venezuela como um escudo protetor das nossa paz. É um apoio mútuo. Se a Venezuela for derrotada e cair, todos vão cair”, sinalizou o mandatário durante o encontro extraordinário da ALBA em Caracas.
Suas palavras chegam depois que o presidente norte-americano declarara este mês a situação na Venezuela como uma “ameaça extraordinária e incomum à segurança nacional e política exterior norte-americanas”, impondo sanções contra vários funcionários do país sulamericano.2
Bolívia combaterá qualquer intervenção dos EUA na Venezuela.
O presidente Evo Morales afirmou na reunião da Aliança Bolivariana para os Povos da América (ALBA) celebrada em Caracas que a Bolívia está disposta a lutar contra todo tipo de intervenção norte-americana en Venezuela.
“Bolívia é a filha predileta de Simón Bolívar e expressa toda a solidariedade na cojuntura, dispostos a combater aqui frente a qualquer intervenção por parte dos EUA”, assegurou Morales em declarações dadas ao portal noticias24. “É o melhor momento de nos unirmos mais, preparar nossos países frente a qualquer ameaça como esta”, acrescentou o presidente da Bolívia.
O mandatário boliviano destacou a solidariedade de seu país com Caracas na ocasião do decreto executivo firmado pelo presidente Obama, que qualifica a Venezuela como uma ameaça para sua segurança nacional. Além disso, Morales frisou que a ALBA e a unidade dos países que a integran devem fortalecer-se. “Creio de verdade que os EUA se sentem ameaçado do processo de liberação da América Latina e do Caribe, liberação democrática, liberação pacífica […] uma liberação econômica”, declarou Morales.
Por outro lado, nesta segunda-feira entrou em vigor a Lei Habilitante ‘Anti-imperialista’, que concede ao presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, poderes especiais para governar por decreto até o final do ano a fim de defender a soberania do país contra “ameaças imperialistas” dos EUA.3
Traduzido para publicação em dinamicaglobal.wordpress.com

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