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domingo, 28 de agosto de 2016

IMPLANTAÇÃO DO ECOPOLO PARA APROVEITAMENTO DO LIXO

PROPOSTA VEREADOR AYLTON MATTOS 15012.
NÓS PODEMOS.
A MUDANÇA COMEÇA POR NÓS.
PODEMOS MUDAR UMA CIDADE, O ESTADO, O BRASIL
IMPLANTAÇÃO DO ECOPOLO PARA APROVEITAMENTO DO LIXO
A sobrecarga crescente dos Resíduos Sólidos Urbanos – RSU torna-se um problema para os Municípios em decorrência dos aspectos ambientais, sociais e econômicos envolvidos.
A solução para a Destinação Final dos Resíduos Sólidos Urbanos - RSU torna-se, portanto, um desafio prioritário para os Municípios, já que a sua disposição in natura, em vazadouros (lixões), acaba por gerar um foco de poluição ambiental cuja existência não pode mais ser tolerada pela sociedade e, ademais, constitui crime ambiental – Lei nº 9.605 de 12/02/98.
ALTERNATIVA DE IMPLANTAÇÃO DE ATERRO SANITÁRIO



A alternativa de disposição dos Resíduos Sólidos Urbanos - RSU em Aterros Sanitários, embora ambientalmente aceitável, implica numa solução não sustentável e não definitiva, eis que a área destinada para aterro se esgota com o tempo.
Adicionalmente, a solução de Aterro Sanitário deve ser entendida como ambientalmente precária porque a sua operação está, permanentemente, sujeita aos riscos de danos ambientais por contaminação do solo e dos recursos hídricos com infiltração de chorume e da atmosfera pela emanação de gás metano. Considere-se ainda que, após sua desativação, deixa como herança uma área absolutamente degradada que exigirá um monitoramento para o controle de emissões de poluentes - líquidos e gasosos - por mais de 25 anos.
Sob o aspecto social também não se justifica, pois não favorece a atividade de reciclagem de materiais e, conseqüentemente, não potencializa a geração da ocupação e renda, deixando de promover a inclusão social de certo contingente humano da camada mais desfavorecida da população.
Sob o aspecto econômico, merece mais uma vez condenação já que não permite a reutilização de matérias primas (principalmente as não renováveis); a conservação de energia elétrica (conseqüente da reciclagem de materiais) nem a sua geração imediata pela biodigestão da fração orgânica e, eventualmente, quando aplicável, pela incineração da fração combustível seca (Combustível Derivado de Resíduos – CDR) constituída de materiais plásticos, papeis e papelão não reciclados; madeira; pano; fração orgânica arrastada etc. Tampouco, produz o composto orgânico para uso intensivo em atividades agrícolas ou agroindustriais (como produção de biodiesel), deixando, mais uma vez, de promover a ocupação produtiva de um segmento da população socialmente excluída.
Computados todos esses inconvenientes do Aterro Sanitário, acrescente-se, ainda, que essa solução impõe aos Municípios um custo permanente, na faixa de R$ 30,00 a R$ 50,00 por tonelada de lixo ali descartado, independentemente dos custos de transbordo e transporte até a área destinada ao Aterro, normalmente situadas a distâncias cada vez maiores das áreas urbanas de coleta.
Não houvesse solução alternativa viável, então a solução de Aterro Sanitário seria a única forma de eliminação de descarte dos RSU em vazadouros (lixões), prática ambientalmente condenável, embora a convivência com os aspectos negativos, anteriormente apontados, não seria evitável.
A tendência mundial está concentrando-se na viabilização de procedimentos de coleta seletiva e emprego de tecnologias para o processamento industrial dos RSU, de forma sustentável, visando a conservação e a geração de energia elétrica, internacionalmente definido como EfW – Energy from Waste.
OBS: ESSA PROPOSTA É DO MEU AMIGO ECOLOGISTA SERGIO RICARDO E DO COMPANHEIRO MARIO DO QUAL EU CONCORDO.
PROCESSO DRANCO – (DRY ANAEROBIC COMPOSTING)
Localização: BRECHT, BÉLGICA (FOTO)
Capacidade do Biodigestor: Compostagem de 160 t / dia de Fração Orgânica

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