domingo, 9 de agosto de 2015

AÉCIO É APENAS UM LACERDA OPACO

Brizola ensina como peitar a Globo !

Entenda por que o português é a melhor língua para a música

estudantina

Seria apenas sorte o fato de as melhores músicas do mundo serem cantadas em português ou o idioma tem algo a ver com isso?

MOSE HAYWARD, no site Tipsy Pilgrim
É seguro dizer que cerca de três quartos das melhores músicas do mundo provêm de países que falam português. Exemplos não faltam. O marrabenta, do Moçambique; o samba rock e hip hop de São Paulo; a bossa nova do Rio de Janeiro; a música caipira do sul do Brasil; e o fado de Portugal. A lista é infinita. Veja algumas teorias que explicam o que faz do português um idioma tão perfeito para a música.
1) Em primeiro lugar, o português é um idioma rico em vogais, mas isso é só o começo. Existem as vogais nasais, ditongos (duas vogais juntas), e tritongos (grupo de três vogais muito divertido de pronunciar).
As vogais são muito importantes para os cantores, pois para pronunciá-las eles precisam manter a garganta bem aberta. Quando eles desejam estender uma palavra, sempre escolhem a parte onde está a vogal. Cantores que cresceram falando português têm uma relação mais íntima com o uso das vogais.
2) O português tem um limitado número de consoantes que são muito eficazes para marcar o ritmo. O vídeo abaixo, em que Elis Regina canta “Nega do Cabelo Duro”, é um ótimo exemplo disso.
3) As consoantes do português tendem a vir sempre no início das palavras ou das sílabas, raramente elas aparecem no final. Isso deixa a garganta livre para estender o final das sílabas, garantindo leveza ao som.
4) O “ão” é raro na maioria das línguas, mas é muito comum no português. É um som lindo, diferente e divertido de pronunciar. Veja abaixo o exemplo de Clara Nunes interpretando “Pé no Chão”, de Armando Fernandes.
5) Diferentemente do mandarim e outras línguas africanas, o português não é uma língua tonal, onde a mesma palavra pode assumir diferentes significados dependendo do tom. Isso deixa cantores e compositores livres para compor sem ter que se preocupar com os tons. Mas, apesar de não ser uma língua tonal, o português usa mudanças de tom para enfatizar surpresa, perguntas, etc.
6) Saudade. Muitos pessoas cuja língua nativa é o português afirmam que essa palavra não existe em nenhuma outra língua. Mas, na verdade, palavras que traduzem o mesmo sentimento existem em várias outros idiomas (sevdah, do bósnio, e nostalgia, do inglês, têm significados bem similares). Mas a questão é que as músicas em português celebram a saudade mais do que qualquer outro idioma. Exemplo disso é a canção de “É Doce Morrer no Mar, de Dorival Caymmi , aqui interpretada por Marisa Monte e Cesária Evora.
7) O português é um idioma em que a mesma palavra pode ter vários significados, dependendo do modo em que é empregada. Logo, é um idioma que seria incapaz de tolerar a incessante ironia da língua inglesa ou a aspereza do francês.
8 ) O fato de ser uma língua falada em vários continentes diferentes tornou a música cantada em português culturalmente rica e aberta a incorporar novos elementos. Isso é especialmente visto no Brasil.
Fonte: Tipsy Pilgrim – Why portuguese is the best language for music
http://daoquepensar.com.br/

Dilma deve ser sucedida por quem ganhar em 2018, disse dono da Globo a senadores do PT


Durou quase duas horas. Ele abriu, dizendo-se muito preocupado com as “maluquices” de Eduardo Cunha na Câmara, que não comprometem apenas o próximo governo, mas  o futuro do País; afirmou, ainda, que o que ele defende é que Dilma seja sucedida por quem  ganhar as eleições de 2018, ou seja, impeachment, não.
Durante todo o tempo, escutou as queixas dos senadores, um por  um, sobre a parcialidade, os dois pesos, duas medidas, as abordagens dos repórteres querendo declarações que apenas preencham a verdade que já está pré-estabelecida, a repercussão nula do que os governos Lula e Dilma fizeram pelo Brasil.
Recados que foram dados a ele: 1) não mexam com Lula (todos estavam ainda muito mordidos com a charge do Chico do dia anterior (“agora só falta você”), pois o Brasil pode pegar fogo e eles não vão ser bombeiros; na mesma direção, não temos controle sobre nossa base social e é imprevisível a reação que se virá ante uma hipotética prisão de Lula.
Ele pediu desculpas, “ou os senhores estão enganados, ou nós estamos errando feio”, comprometendo-se a levar a avaliação geral dos senadores para os editores.
Disse ainda que, realmente, a cumplicidade entre jornalistas e procuradores de Curitiba, hoje, representa um fator de instabilidade, mas jogou a culpa no PT, “que deu início a essa parceria”. Ao final, pediu para o governo controlar sua base na Câmara.
http://www.diariodocentrodomundo.com.br/

quinta-feira, 6 de agosto de 2015

HÁ 70 ANOS - NUNCA MAIS ESQUECERMOS QUEM FEZ ISSO.


O IMPERIALISMO DOS EUA ASSASSINARAM MILHARES 

DE CIVIS NO JAPÃO. 

AINDA HOJE MATAM PARA ROUBAR O PETRÓLEO NO 

IRAQUE, NA LÍBIA E QUEREM ROUBAR NOSSO PRÉ-

SAL.


MARGINAIS, ASSASSINOS A SERVIÇO DO IMPERIALISMO DOS EUA








Lava Jato: prisão de pai do programa nuclear brasileiro gera suspeitas


O vice-almirante Othon Pinheiro da Silva, destacado como o pai do programa nuclear brasileiro, agora preso na Operação Lava Jato, sempre foi considerado uma figura incômoda pelos EUA
 06/08/2015
Por Mario Augusto Jakobskind*

Não é de hoje que o vice-almirante Othon Pinheiro da Silva, agora preso por ordem do Juiz Sérgio Moro na Operação Lava Jato, é considerado pelos Estados Unidos como uma figura incômoda. Destacado como o pai do programa nuclear brasileiro, o militar conseguiu criar uma produção barata de urânio enriquecido, a chamada tecnologia das centrífugas, muito cobiçada pelas potências nucleares.
Além disso, graças ao vice-almirante Othon Pinheiro da Silva, o Brasil projeta o submarino nuclear, importante peça para a defesa, algo que Estados Unidos, Inglaterra, França, Rússia e outros países banhados por mares ou oceanos desenvolvem há anos por ser algo de muita necessidade. E como é comum em projetos dessa natureza, é necessário que tudo se desenvolva de forma a evitar que segredos sejam divulgados.
Sucessivos governos estadunidenses queriam de todas as formas ter acesso à produção do urânio enriquecido que o Brasil domina em seu programa nuclear para fins pacíficos. Ocorreram pressões para que isso acontecesse.
Nesse sentido, vale lembrar uma reportagem publicada em 11 de abril de 2004 no jornal O Estado do Paraná em que Othon Luiz Pinheiro da Silva dizia textualmente que “o Brasil precisa tomar muito cuidado com a pressão dos Estados Unidos sobre as suas pesquisas nucleares”.
Na longa matéria o militar alertava que o “Brasil é um país infestado de espiões americanos, atentos a todos os movimentos que o País faz para ser mais independente”. E fez ainda outro alerta chamando a atenção que “os EUA não têm o menor interesse em que o Brasil seja autônomo em termos de defesa”.
Onze anos depois dos alertas, o militar da Reserva que presidia a Eletronuclear é preso, acusado de receber propinas no projeto de Angra III, com base em mais uma delação premiada incentivada pelo juiz Sérgio Moro. Acusação negada veementemente pelo militar. É importante acompanhar os desdobramentos da ação do juiz Moro contra o militar que teve a ordem de prisão prorrogada.
*Mario Augusto Jakobskind é jornalista
http://brasildefato.com.br/

A saída para o Brasil é a China e o Brics

Mauro Santayana: 


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A saída está nos Brics. E na China.Mauro Santayana, lido no Esquerda Caviar

A vinda do primeiro-ministro chinês ao Brasil, e a assinatura de acordos com o governo brasileiro em um valor de mais de US$50 bilhões, é alvissareira, mas pontual. O que o Brasil precisa fazer com a China é um acordo estratégico de longo prazo, que nos permita queimar etapas na área de infraestrutura e desenvolvimento, permitindo que os bancos estatais chineses, que estão nadando em dinheiro, complementem, meio a meio, a capacidade de investimento do BNDES em novos projetos conjuntos, e trazer para o Brasil, com a associação de construtoras chinesas com construtoras brasileiras, o know-how chinês na construção, em prazo recorde e a baixo custo, de grandes obras de engenharia.

A prioridades devem ser a associação dos chineses com as empresas que estão sendo prejudicadas pelos efeitos “colaterais” – quase fatais – da Operação Lava-Jato, em que a elevação de declarações “premiadas” à categoria de provas quase incontestáveis, ameaça destruir milhares de empregos; e preservar do sucateamento dezenas de projetos de grande porte que estão em andamento, todos eles essenciais para o desenvolvimento nacional nos próximos anos, com prioridade para as refinarias, navios e plataformas de petróleo da Petrobras, sem os quais não se poderia prosseguir na exploração do pré-sal e no atendimento ao mercado interno, com o aumento da oferta de combustível nacional e a consequente diminuição das importações.

Além disso, é preciso terminar as ferrovias, rodovias, grandes represas hidroelétricas, linhas de transmissão, sistemas de irrigação, hidrovias, portos, rodovias e aeroportos, que não se construíam há décadas no Brasil, e cujas obras estão em andamento ou sob ameaça de paralisação, e, para isso, nada melhor que um parceiro que – ao contrário do que pensam aqueles que acham que a força da China está em seus baixos salários – possui capital e trabalha na fronteira da expansão do conhecimento e da tecnologia, usa inovações como impressoras 3D na construção civil que erguem casas inteiras e monta edifícios de dezenas de andares em poucas semanas. Mesmo que venham, temporariamente, para o Brasil, trabalhadores chineses, é melhor criar novos postos de trabalho para eles e também para brasileiros, do que deixar que o desemprego se aprofunde – também como consequência da permanente sabotagem – para gaudio dos que querem ver o circo pegar fogo.

A visita chinesa mostra que Pequim está se lixando, literalmente, para o que dizem as agências de “classificação”, e as empresas de “auditoria” ocidentais, sobre o Brasil e a Petrobras.

Organizações de duvidosa reputação, como a Standard & Poors e a PriceWaterhouseCoopers, que não conseguiram prever – quando não ocultaram, deliberadamente – a quebra de bancos como o Lehman Brothers, e as várias crises econômicas nascidas no “ocidente”, desde o ano 2000.
Aliás, do alto de suas reservas internacionais – só a China possui US$4 trilhões e o Brasil ainda é o terceiro maior credor individual dos EUA, com US$370 bilhões – os Brics já afirmaram que pretendem fazer suas próprias agências de classificação, assim como estão montando um fundo de reservas de bilhões de dólares e o Banco dos Brics, com US$100 bilhões de capital inicial, para criar novas alternativas ao FMI e ao Banco Mundial.

A parceria com a China deve servir para isso. Para diminuir a dependência de capitais ocidentais, e para melhorar nossa capacidade de barganha com os Estados Unidos e a União Europeia, daqui para a frente.

Mesmo com eventuais problemas em nossas relações comerciais, os chineses já ultrapassaram os Estados Unidos como o nosso maior parceiro comercial desde 2009 – e o fizeram também com muitos outros países latino-americanos.

Temos de aproveitar a nossa presença no Brics – onde somos a segunda maior economia – para aumentar, em condições mais vantajosas para o Brasil, nosso intercâmbio comercial com a Europa e os Estados Unidos, negociando de igual para igual – e isso vale também para a China – sem a subalternidade do passado, e com a mais absoluta atenção ao princípio da reciprocidade.

Afinal, somos o quinto maior país do mundo em território e população, e a sétima maior economia do planeta, posição que pode variar eventualmente para cima e para baixo em função do câmbio, mas que nos deixa sempre entre as primeiras nações do mundo, quando estávamos em 14º lugar em 2002.

http://limpinhoecheiroso.com/

Acordo Brasil-China é maior que Plano Marshall, que reergueu a Europa após a 2ª Guerra Mundial


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Miguel do Rosário, via Tijolaço em 23/5/2015

Os mais de 35 acordos firmados entre Brasil e China representam a entrada da geopolítica, em grande estilo, na casa bagunçada da política nacional.
A mídia, como era de se esperar, segue absolutamente perplexa, sem saber como atacar uma parceria que vai trazer para o Brasil um monte de fábricas de alta tecnologia, ferrovias continentais, satélites, projetos modernos de telecomunicações, etc.

Segundo Paulo Moreira Leite, este acordo só tem paralelo com o Plano Marshall, aquele que os EUA patrocinaram numa Europa destruída pela 2ª Guerra, e que foi fundamental para reerguer o Velho Mundo.
O Plano Marshall mobilizou, a partir de 1947, aproximadamente US$13 bilhões, o que corresponderia a US$130 bilhões em valores atualizados. Isso para um continente inteiro, cuja infraestrutura havia sido, em grande parte, destruída por bombardeios.

No Brasil, apenas um fundo de investimento, criado pela China para atuar no Brasil, receberá US$53 bilhões, e não fomos destruídos por nenhuma guerra. O dinheiro não será usado, como foi o Marshall, para reconstruir pontes e estradas, mas para abrir novas.
Reproduzo abaixo um texto do Helcio Zolini sobre o assunto.
Chinês tem olho pequeno, mas exerga longe
Helcio Zolini, em seu blog no R7

Os chineses não nasceram ontem. Pelo contrário: são donos de uma cultura e sabedoria milenares.
Possuem uma história marcada por guerras e conquistas, e acumulam enormes avanços científicos e tecnológicos nas mais diversas áreas do conhecimento.

São temidos pelo poderio bélico e militar.
E respeitados pelo gigantismo de sua população e pelo tamanho descomunal de sua economia, capazes de gerar riquezas ou turbulências em escala mundial.

Chinês pode ser tudo, mas não é bobo. Enxerga longe, apesar do olho pequeno.

Não é por acaso que a China se transformou numa das maiores e mais admiradas potências do planeta.
Por tudo isso, chama a atenção a aposta alta que fazem no Brasil, do qual querem ser um parceiro preferencial.

Esta semana, o primeiro-ministro, Li Keqiang, veio até aqui anunciar investimentos que somam vários bilhões de dólares, mais precisamente U$$53 bilhões nos mais diversos setores, como agricultura, infraestrutura, transporte, ferrovia, energia, comércio exterior, comunicações e meio ambiente.

Os chineses querem também abrir fábricas no Brasil.

E, para espanto de alguns, querem, até mesmo, investir na Petrobras, a nossa estatal, criminosamente utilizada para malfeitos políticos e tão injustamente mal falada e depreciada por parte dos meios de comunicação e de setores da oposição, que, irresponsável ou intencionalmente, fecham os olhos para o grande e inestimável patrimônio estratégico que ela representa para o povo brasileiro.

Aliás, não será isso, entre outras coisas, o que os chineses estariam conseguindo vislumbrar?

Exatamente o que parte da oposição e uma grande parcela dos brasileiros, em função desse indesejável e insondável complexo de vira-latas, que volta e meia se manifesta entre nós, não consegue (ou não quer) enxergar?
Que o Brasil é um país estratégico, rico, sério e merecedor de todo o respeito. Que ele é infinitamente maior do que possam achar determinados políticos de ocasião. E que não serão supostas ou eventuais crises que irão comprometer o seu futuro.

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Presidente do BC de FHC é condenado a devolver R$ 5 bi ao Estado


Presidente do BC de FHC é condenado a devolver R$ 5 bi ao Estado
Após 16 anos, assaltantes dos cofres públicos sofrem condenação. Caso não foi manchete de nenhum jornal
O Tribunal de Contas da União (TCU), na quarta-feira, 5, condenou o ex-presidente do Banco Central  (BC) Francisco Lopes; os ex-diretores do banco FonteCindam, Roberto Jose Steinfeld (já falecido), Fernando Cesar Oliveira de Carvalho e Luiz Antonio Andrade Gonçalves;  os ex-diretores do Banco Central Claudio Ness Mauch e Demosthenes Madureira de Pinho Neto e o próprio banco FonteCindam a devolverem R$ 5 bilhões desviado do BC. Chico Lopes foi presidente do Banco Central no governo de Fernando Henrique Cardoso.
A condenação dos mentores de um dos maiores esquemas de corrupção e desvio de dinheiro do Banco Central foi escondido pela grande mídia; os principais jornais não deram manchete e nem destaque para a notícia.  O caso ficou conhecido como escândalo Marka-FonteCindam e consistia na venda de dólares abaixo do valor de mercado para os bancos Marka e FonteCindam.
Os envolvidos no esquema terão que devolver o dinheiro desviado e pagar multa individual de R$ 1 milhão. O banco pagará multa individual de R$ 1 bilhão. Os bens dos responsáveis também foram bloqueados. Os dois bancos já não operam mais no mercado financeiro.
Entenda o caso
O esquema criminoso de desvio de capital do Banco Central começou com a chamada crise cambial de 1999, quando – no primeiro mandato presidencial de FHC – o governo teve que desvalorizar o Real para evitar que o País não tivesse recursos para pagar dívidas. O BC, então, elevou o teto da cotação do dólar de R$ 1,22 a R$ 1,32.
Os dois bancos envolvidos no escândalo tinham comprometido o patrimônio das instituições contando com a desvalorização do dólar, mas quando houve a implementação da política de desvalorização do Real, eles recorreram ao Banco Central solicitando a venda de dólar abaixo do valor de mercado, procedimento que comprometeu o lucro da instituição, com pagamento de propina aos envolvidos.
Investigação
A denúncia do caso foi oferecida à Justiça pelos procuradores Arthur Gueiros, Raquel Branquinho e Bruno Acioli em junho de 2000. Mais de 100 testemunhas foram ouvidas. Em 2005, a Justiça Federal do Rio de Janeiro condenou o ex-presidente do Banco Central Chico Lopes, a ex-diretora de Fiscalização do BC Tereza Grossi, o ex-controlador do Banco Marka, Salvatore Cacciola, e outras cinco pessoas pelo crime de peculato (desvio de dinheiro público). Atualmente, nenhum dos envolvidos cumpre pena.

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