domingo, 20 de setembro de 2009

A MIDIA OLIGÁRQUIA CONTRA AS REVOLUÇÕES

A mídia oligárquica contra as revoluções


Joaquín Rivery Tur


A estrela do Oriente não ilumina ninguém. Escurece o meio. Prepara um golpe cívico em Santa Cruz de la Sierra com os jornais também reacionários El Deber e El Mundo, que formam a poderosa trilogia dos jornais dessa cidade do leste boliviano nos infrutuosos empenhos da oligarquia para derrubar o governo de Evo Morales.


São guiados pelo egoísmo e ambições sem limites, e se ainda não conseguiram seus objetivos não é por falta de tentativas e manobras, mas Evo Morales e seu Movimento ao Socialismo (MAS) são um osso duro de roer e seus ricos inimigos estão se quebrando os dentes.

O grande aliado dos jornais é a televisão. Entre os quatro, os comícios não tão concorridos e o uso de grupos de assalto da União Juvenil Cruzenha, organização fascista, tentam vencer a grande massa que votou em Evo, ao passo que as bandas atacam aos partidários do MAS para colaborar com o terror.

O primeiro governo indígena da história de Bolívia está sob o ataque constante da mídia oligárquica, que publica mentiras abertas, semi-verdades manipuladas, enquanto oculta a grande tarefa que realiza o governo do MAS.


Nunca mencionam que, graças a esta administração humilde, a Bolívia se tornou o terceiro país alfabetizado da América Latina, que os recursos naturais agora são propriedade da nação, que foram modificados todos os contratos com as empresas petroleiras estrangeiras, que se entregaram milhões de hectares de terra a camponeses e indígenas, que se impulsionou a educação, que se fortalece a saúde para os pobres e é garantida aos idosos uma pensão mínima para sobreviverem em meio a uma crise internacional de terror.

Não só os bolivianos sofrem as consequências das campanhas midiáticas em defesa das grandes empresas nacionais e transnacionais. Antes que eles, também a padeceu a Revolução Bolivariana, liderada por Hugo Chávez.


Na Venezuela, a mídia, fundamentalmente um grupo de televisoras e jornais dos grandes empresários, apoiou abertamente o fugaz golpe de Estado de 2002 e, depois, nem sequer informou das barbaridades fascistas cometidas pelos que perpetraram o golpe, deturpou a realidade e atacou constantemente o governo bolivariano.

As grandes emissoras de televisão sempre estiveram à frente, amiúde, violando as leis. Mas os revolucionários não ficaram de braços cruzados. No ano passado, Radio Caracas Televisión (RCTV), uma das mais raivosas nos ataques contra Chávez, quem é chamado de ditador, como Evo Morales na Bolívia e Rafael Correa no Equador, teve que enfrentar a caducidade da licença de transmissão aberta, não renovada, pelo qual teve que passar à TV a cabo, com igual veneno, só que com menos alcance.


Globovisión emissora dedicada a transmitir notícias, a mais reaça contra Chávez, foi advertida há muito de que não pode divulgar notícias de fatos baseados em conjeturas, pois isso vai contra a lei.


Também seus diretivos acreditaram que continuar ativos lançando insultos contra o presidente e suas políticas sob a inútil "proteção" da Sociedade Interamericana de Imprensa (SIP, entidade de proprietários de grandes jornais), das cruzadas internacionais sob falsas restrições e até da OEA, permitia-lhes cometer qualquer infração das leis vigentes, e foram pegos em delito tão graves como a sonegação de impostos, além de quatro processos judiciais contra eles, por diversas razões.

Os mesmos problemas e as mesmas acusações de querer eliminar a liberdade de imprensa, que ninguém pratica no capitalismo, são encarados no Equador pelo presidente Rafael Correa, que sofre os ataques da imprensa oligárquica por redistribuir um pouco mais a riqueza a favor dos pobres.

Atualmente, a emissora Teleamazonas é processada por incluir conteúdos impróprios em horários proibidos, por divulgar informação sem fundamento e instigar a manifestações populares com notícias falsas.


Desatou-se uma longa campanha de acusações contra o governo para tentar eliminar a liberdade de imprensa, como já fizeram na Venezuela e Bolívia, com qualquer medida adotada nesse respeito.

O presidente do Conselho Nacional de Radiodifusão e Televisão (Conartel), Antonio García, declarou que "não vamos ceder às pressões e vamos continuar aplicando de maneira responsável e legal a lei, como estabelece a Constituição com aqueles meios que merecem ser investigados ou processados".

Curiosamente, um comentário de um leitor publicado no jornal El Comércio, afirma: "No Equador, não esta plenamente vigente a liberdade de expressão, mas a liberdade de emprensa, já que os que controlam e têm acesso majoritário aos meios de comunicação são grupos de poder econômico, religioso e governos de turno".


As posições são firmes, mas o vice-presidente, Lenin Moreno, pediu tolerância, em declarações para a mesma Teleamazonas, e advogou por uma sanção não muito severa ao canal.

Mas antes, o presidente Correa havia exposto no seu programa semanal de rádio e televisão que, no caso da Teleamazonas, "estamos aplicando as leis frente à imprensa irresponsável que publica mentiras", e num comunicado oficial mais recente insistiu: "O velho poder derrubado entrincheirou-se nalgumas empresas de comunicação privadas para, a patir da ilegitimidade dos poderes fáticos, tentar prejudicar um governo e a verdadeira representação popular."

Mentiras: a arma preferida das oligarquias e dos Estados Unidos para aplicarem suas políticas injustificadas. Jornais e televisoras esconderam sempre os avanços dos países com governos progressistas, mas divulgarão as mais horrendas invenções contra eles.

Agora lançaram a campanha contra a Venezuela de que os pais perderão o pátrio poder.


A mesma atrocidade foi utilizada contra Cuba há décadas por meio da Operação Peter Pan, que afastou 14 mil crianças de seus pais, porque não podemos esquecer que a Revolução Cubana leva 50 anos lutando contra as macabras fantasias "anticomunistas" de Washington e contra seu grande sistema de meios de comunicação que abrange o mundo inteiro.


E sempre deu em nada. Portanto, não há razão para esperar que nesta ocasião consigam o seu objetivo. Vão perder outra vez em todos os países revolucionários, que cada vez são mais.

Empresas de energia lesaram o consumidor em R$ 1 bi ao ano

“Falha metodológica” no processo de reajuste da tarifa permitiu o esbulho, diz diretor do TCU

As concessionárias de energia elétrica se apropriaram de R$ 1 bilhão por ano dos consumidores, denunciou o diretor da Secretaria de Fiscalização e Desestatização (Sefid) do Tribunal de Contas da União (TCU), Marcelo Barros Gomes, em depoimento na CPI das Tarifas de Energia, da Câmara dos Deputados, na última terça-feira (15).

Segundo Marcelo Barros, uma falha metodológica no processo de reajuste das tarifas, descoberta pelo Tribunal, possibilitou o assalto. Uma auditoria feita pelo TCU, a pedido do Congresso, no processo de reajuste tarifário conduzido pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) demonstrou que o aumento da demanda gera por energia uma receita que não é contabilizada na hora do reajuste.

“A fórmula do reajuste não capta o aumento de demanda como receita para a concessionária, dos itens que são tidos como não gerenciáveis, ou seja, a concessionária recebe esse dinheiro somente para repassar os encargos, mas ela teve efetivamente a receita, e a fórmula do reajuste não capta. Então a concessionária acaba ficando de forma indevida com essa receita em vez de passar para o consumidor. Então era para ser uma formula neutra que, na verdade, traz um problema de eficiência que a gente calculou por alto de pelo menos, e isso é certo, um bilhão de reais ao ano”, destacou Marcelo Barros.

Não é novidade que na época do apagão, em 2001, a Aneel de Fernando Henrique concedeu aumentos astronômicos às empresas que levaram as estatais de energia. A justificativa é que, para evitar prejuízos com a redução forçada da demanda (quem não lembra das “metas de redução” que cada consumidor era obrigado a atingir), e em nome de garantir o famigerado “equilíbrio financeiro”, era necessário aumentar não só as tarifas, mas os encargos pagos pela população.

Mas, na hora em que a demanda e, por conseqüência, a receita das empresas aumenta, este fato não diminui a tarifa.
Ou seja, quando cai a arrecadação em função de uma queda na demanda por energia, a tarifa aumenta para manter a receita da empresa. Mas para calcular o reajuste, o aumento na demanda não é levado em consideração.

Outro problema “metodológico” apontado pelo TCU é que o reajuste é concedido com base em dados fornecidos pelas próprias empresas. “Os dados declaratórios do concessionário, a fidedignidade desses dados, teriam que ser checados pela agência, seja em relação ao custo seja em relação a qualidade do serviço”, afirmou Barros. Mas não são.

O diretor do TCU explicou aos parlamentares que, “a agencia faz a cada quatro a cinco anos uma revisão tarifária. Nesse processo de revisão, a agência vai até a concessionária e faz uma análise, que pode durar até um ano, dos custos da concessionária, faz análise de eficiência, entre outras coisas.

Essa análise feita pela Aneel é uma analise complexa e dentre as agencias hoje somente a Aneel domina esse conhecimento. Mas, para não esperar o ciclo de cinco anos para a revisão da tarifa existe, nesse interregno, um processo de reajuste para reposicionar a tarifa para que a concessionária possa recompor e pagar seus custos.

Nós identificamos que esse valor que era para ser neutro, um reajuste somente para reposicionar a tarifa, ele estava sofrendo indevidamente, vamos dizer assim, uma não neutralidade”. Estava beneficiando as distribuidoras ao invés de o consumidor.

“Nos contratos na Coelce [Ceará], verificou-se que existe necessidade de aprimoramento dos mecanismos de controle sobre as informações prestadas pelas concessionárias”, disse, e, “no caso da Enersul, foi observada uma superestimativa da base de remuneração da Enersul”.

De acordo com Marcelo Barros, “o TCU recomendou algumas ações para a Aneel e a própria Aneel também iniciou alguns trabalhos de revisão da revisão e houve uma redução média no caso da Enersul, do Mato Grosso do Sul, da ordem de 7% da tarifa do consumidor. Esse relatório é bastante interessante, inclusive o Tribunal recomendou que a empresa que faz a avaliação desses ativos dessa concessionária - essa empresa fez o trabalho em mais 16 concessionárias - que houvesse também a revisão por parte do órgão regulador da valoração feita pela agencia nesses ativos dessa outras empresas, porque a tarifa da Enersul realmente estava muito discrepante e essa superestimativa da base de remuneração elevou de forma injustificada a tarifa para os consumidores de Mato Grosso do Sul”.

O diretor do TCU afirmou ainda que, “depois da crise houve uma reestruturação do setor elétrico onde houve um aperfeiçoamento do planejamento setorial, sem dúvida, melhoria da regulação e de certa forma a criação de uma maior estabilidade”.

Mas existem ainda o que ele chamou de “imperfeições” na regulação. A maior parte dessas metodologias de regulação foram elaboradas antes da reestruturação do setor, feita em 2005.

MARIANA MOURA

MIDIA ESCONDE CAIXA DOIS KATIA ABREU

Na encarniçada pressão dos barões do agronegócio para inviabilizar a atualização dos índices de produtividade rural, a mídia hegemônica já escolheu a sua heroína: a senadora Kátia Abreu, do DEM de Tocantins. Quase todo dia, ela aparece nos jornalões oligárquicos e nas telinhas da TV para esbravejar contra a proposta do presidente Lula, que atendeu uma antiga demanda dos que lutam pela reforma agrária.

A edição da revista Veja da semana passada deu destaque à estridente parlamentar ruralista, que propõe uma CPI “para investigar as atividades criminosas do MST” e crítica o governo federal por financiar os movimentos dos trabalhadores rurais sem terra.


A revista, que sempre defendeu os interesses dos latifundiários, só se esqueceu de falar sobre as denúncias que pesam contra a senadora do demo. Em julho de 2008, a própria Veja publicou o artigo intitulado “Tem boi na linha”, de autoria de Diego Escosteguy, que desmascara a nova heroína da elite ruralista.

“A pecuarista Kátia Abreu, eleita senadora pelo estado do Tocantins, ganhou recentemente o apelido de Ivete Sangalo do Congresso, graças ao seu jeito barulhento de fazer política – e se projetou como estrela dos Democratas”, ironiza a reportagem, agora arquivada.


Doações ilegais e irritação


O texto, bem mais honesto, lembra que a senadora é presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), entidade “financiada compulsoriamente por 1,7 milhão de produtores agrícolas” e que tem um orçamento de R$ 180 milhões. Como prova de suas “ações criminosas”, relata que “a Veja teve acesso a documentos internos da CNA que apontam fortes evidências de que a entidade bancou ilegalmente despesas da campanha dela ao Senado.

A papelada revela que a CNA pagou 650.000 reais à agência Talento, em agosto de 2006 – na mesma ocasião em que essa empresa prestava serviços de publicidade à campanha de Kátia Abreu ao Senado”.


Ainda segundo a desmemoriada Veja, “a prestação de contas dela à Justiça Eleitoral não mostra despesa alguma com o marqueteiro. Nem doações da CNA, é claro... Irritada com o surgimento da documentação, a Ivete Sangalo do Senado rodou a baiana na CNA. Mandou desligar a rede de computadores da entidade e pediu uma perícia para saber quem vazou os papéis”. Já que a nova estrela da mídia, na sua fúria contra a atualização dos índices de produtividade, coleta assinaturas para uma CPI, seria o caso de investigar também as doações ilegais das entidades ruralistas e as suas relações promíscuas com vários veículos de imprensa e alguns jornalistas de plantão.


Campanha orquestrada e barulhenta


Toda esta barulheira da mídia tem como objetivo pressionar o governo Lula, fazendo-o recuar na sua decisão de atualizar os índices de produtividade. A “barulhenta” senadora do demo serve a tal propósito político. O seu passado é esquecido e ela vive um momento de glória. Nesta ação, a mídia comprova que defende os interesses dos barões do agronegócio, os latifundiários antigos travestidos de empresários modernos. A campanha é orquestrada. Nos últimos dias, os editoriais dos principais veículos privados esbravejaram contra a sinalização positiva do presidente Lula.


O Globo de 11 de setembro, no editorial “Desatino rural”, espinafrou o governo, que persegue os “heróis” do agronegócio. A atualização do índice, segundo o jornal da família Marinho, não é uma “questão técnica, mas um pleito encaminhado pelo MST, com representantes infiltrados em aparelhos cedidos pelo governo na máquina pública. E as pressões se dão já num momento de excitação político-eleitoral”. A medida “desfechará um tiro no pé do país e do próprio governo, ao punir um dos setores mais dinâmicos da economia, devido ao ranço ideológico”.


No mesmo diapasão, a revista Veja desta semana esqueceu a reportagem de Diego Escosteguy e opinou que “a alteração dos índices mínimos de produtividade rural, principal critério usado para desapropriar terras”, serve ao MST como “desculpa para invadir novas propriedades”. Para este panfleto da direita nativa, que não tem qualquer compromisso com o Brasil e seu povo, “a falta de acesso à terra já não é uma questão social relevante no país”.

Por isto a família Civita prefere dar espaço a “Ivete Sangalo do Senado”, apesar de todas as denúncias de caixa-dois, do que aos milhões de brasileiros que lutam por um pedaço de terra para trabalhar e viver com dignidade.

ALTAMIRO BORGES
Éé jornalista, membro do Comitê Central do PCdoB, editor da revista Debate Sindical e autor dos livros “Venezuela: originalidade e ousadia” e “Sindicalismo, Resistência e Alternativas”.

Iraquianos em festa recebem herói das sapatadas em Bush

Iraquianos em festa recebem herói das sapatadas em Bush


O repórter iraquiano Muntadar Al Zaidi disse após sua libertação de um presídio em Bagdá, que “a oportunidade apareceu e eu não a deixei escapar”, referindo-se ao arremesso de sapatos em dezembro contra o então carniceiro-mor de Washington

“Aqui estou eu livre, mas meu país ainda está ocupado”, afirmou o jornalista iraquiano Muntadar Al Zaidi, em entrevista que se seguiu à sua libertação de um presídio em Bagdá, após nove meses de cárcere por ter lançado seus sapatos contra o então presidente dos EUA, W. Bush, em dezembro de 2008.


Ele concedeu entrevista na sede da TV Bagdadia em Bagdá, onde, com a “antiga bandeira iraquiana sobre os ombros”, reafirmou sua ação contra o açougueiro-mor de Washington e a ocupação: “a oportunidade apareceu e eu não a deixei escapar”.


A imagem do jornalista atirando sapatos e Bush se esquivando correu mundo e se tornou símbolo da falência da ocupação do Iraque. Considerado um herói no seu país e também no mundo inteiro, Al Zaidi foi recepcionado por manifestantes, amigos e familiares que gritavam seu nome, e uma pequena orquestra. Conforme o costume iraquiano, foram sangrados carneiros em sua homenagem. Os presentes gritavam, ainda, “Viva o Iraque!” e “Fora Maliki, o agente dos americanos!”

TORTURAS

Inicialmente o regime colaboracionista havia pedido 15 anos de cadeia para Al Zaidi, mas, diante da repercussão, acabou baixando a sentença para três anos, e o soltou, transcorridos nove meses, por “bom comportamento”. Na entrevista, o jornalista denunciou que foi torturado com choque elétrico, espancamento e afogamento.

“O que me conduziu à esta confrontação foi a injustiça sobre o nosso povo”, afirmou Al Zaidi. “A ocupação tentou humilhar o povo iraquiano, pisoteando-o com botas militares. Há mais de um milhão de mártires mortos pelas balas da ocupação, cinco milhões de órfãos, um milhão de viúvas, centenas de milhares de mutilados e cinco milhões de refugiados”, denunciou o patriota iraquiano.

A sapatada – um insulto extremo na cultura árabe – ocorreu quando W. Bush, a poucos dias de ir para a lata de lixo da história, apareceu de surpresa para posar ao lado do primeiro-fantoche, Nuri Al Maliki e dar seu “beijo de despedida” ao Iraque. “Toma o beijo do adeus, seu cachorro!”, retrucou Al Zaidi, arremessando o primeiro sapato, das “viúvas, dos órfãos e de todos que você matou!”, seguido pelo segundo. A atitude de Al Zaidi teve o papel ainda de desafinar, e desmoralizar, o coro monocórdio da mídia imperial sobre o “sucesso da escalada no Iraque”.

No pronunciamento na TV Bagdadia, Al Zaidi afirmou que “se aqueles que me acusaram soubessem por quantas casas destruídas eu passei com aqueles sapatos; quantas vezes aqueles sapatos pisaram o sangue dos inocentes; e quantas vezes aqueles sapatos entraram em casas cuja honra havia sido desgraçada, então [admitiriam que] essa era a resposta apropriada”.

O mundo inteiro viu Al Zaidi ser derrubado e espancado imediatamente após os sapatos arremessados, e o jornalista pôde, agora, relatar o que se seguiu. “Na mesma hora em que o primeiro-ministro ia a uma estação de TV por satélite dizendo que não dormiria enquanto não tivesse certeza de que eu estava numa cama confortável e com cobertor, eu estava sendo torturado na sala atrás da sala da conferência de imprensa”. A tortura incluiu “choque elétrico, espancamento com fio elétrico e com cabo metálico”. Ele também foi submetido a afogamento (“waterboarding”, no jargão da CIA).

Continuando seu relato sobre o episódio das sapatadas, Al Zaidi disse “não ser um herói”, mas que tinha “sua própria opinião, e ao atirar os sapatos no criminoso de guerra Bush, queria mostrar suas mentiras, a rejeição à ocupação, a rejeição aos seus assassinatos”. “Talvez alguns de vocês indaguem porque eu não fiz uma pergunta a Bush que o embaraçasse. Como eu poderia fazer isso se nós jornalistas recebemos ordens antes da entrevista de que não era permitido fazer qualquer pergunta a Bush?”

Al Zaidi anunciou que irá tentar identificar seus torturadores e, atendendo pedido da família, foi para a Grécia, para receber cuidados médicos e psicológicos, e obter alguma segurança. Na entrevista, ele denunciou que é alvo de agências de espionagem dos EUA e de esquadrões da morte colaboracionistas.


ANTONIO PIMENTA




Os presidentes dos países que integram a Comunidade para o Desenvolvimento da África Austral (SADC), reunidos em Kinshasa no dia 11, reivindicaram o imediato fim das sanções contra o Zimbábue.




O anfitrião do encontro, presidente da República Democrática do Congo, Joseph Kabila, denunciou que as sanções sabotam o desenvolvimento e o bem-estar do povo do Zimbábue.

O comunicado final do encontro afirma que “considerando os progressos gerados pela aplicação de um acordo político global, chamamos a comunidade internacional a levantar toda forma de sanção contra o Zimbábue”.

REFORMA AGRÁRIA

Para manter as sanções econômicas, que incluem a negação de fundos por instituições financeiras, os EUA seguem denunciando ataques à democracia.

O boicote contra a ex-colônia britânica, de 11 milhões de habitantes e com 73% de sua população em zonas rurais, fez-se mais forte desde o ano 2000, quando o presidente Robert Mugabe acelerou a reforma agrária.


Na reunião participaram os chefes de Estado Jacob Zuma, da África do Sul; Armando Guebuza, de Moçambique; Robert Mugabe, do Zimbábue, e Lucas Pohamba, da Namíbia, além de delegações dos demais integrantes da Comunidade, que são Angola, Botsuana, Lesoto, Mada-gascar, Malawi, Suazilândia, Tanzânia e Zâmbia.


Uma delegação da União Européia visitou o Zimbábue durante esta semana e foi recebida por Robert Mugabe, integrantes de seu partido Zanu-PF; pelo primeiro-ministro Morgan Tsvangirai e seu partido MDC-T.


O jornal do Zimbá-bue, The Herald, denunciou que Tsvangirai “pretende que a União Européia mantenha as sanções contra o Zimbábue” apesar do acordo firmado pelos dois partidos e apoiado pela União Africana e pela SADC denominado Global Political Agreement (GPA - Acordo Político Global), pelo qual Tsvangirai assumiu o posto de primeiro-ministro.

Ele participou de um comício em Bulawyo, mesma cidade e no mesmo dia em que membros da delegação se encontraram com ele para dizer que No comício ele declarou que “o partido Zanu-PF continua a violar a lei, perseguir parlamentares nossos e a ignorar tratados internacionais”.

Integrantes do partido Zanu-PF também denunciaram que nos encontros com os europeus somente eles argumentavam contra as sanções enquanto que os do MDC-T “ficavam estra-nhamente em silêncio”.

O The Herald denuncia que Tsvangirai quer forçar o governo a lhe ceder mais postos do que o acordado.

O ministro do Desenvolvimento da Suécia, Gumilla Carlson, defendeu Tsvan-girai dizendo que “as medidas restritivas são decididas pela União Européia” e que “não cabe ao primeiro-ministro [Tsvangirai] retirá-las”.

MUGABE


O presidente Mugabe esclareceu aos europeus que o Zanu-PF fez a sua parte e o governo procedeu à posse de Tsvangirai e demais ministros por ele indicados. Mugabe declarou que deputados do MDC-T foram presos sob acusação de sequestro e estupro “ofensas muito graves em qualquer país do mundo”.

“Ou os senhores pretendem que os deputados no Zimbábue estejam acima da lei?”, questionou o presidente. Mugabe esclareceu que o ministro do Interior, encarregado da polícia, foi indicação acordada pelo Zanu-PF e MDC-T. “Eu duvido que ele mandaria prender de forma arbitrária membros de seu próprio partido”, disse Mugabe.

O presidente Mugabe pediu aos europeus que prestassem atenção aos pontos de vista africanos sobre a questão do Zimbábue como referentes a um país soberano e independente. “A Europa deve se reportar a nós como um país africano e não como se fôssemos membros de sua comunidade. Nós não somos parte da Europa”.

Coordenador do apagão de FH diz que tarifas não são tão altas

Coordenador do apagão de FH diz que tarifas não são tão altas


O ex-diretor da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), Jerson Kelman, negou, nesta quarta-feira (16), que as tarifas de energia elétrica no Brasil sejam as mais caras do mundo, como afirma estudo do DIEESE apresentado à CPI das Tarifas de Energia da Câmara dos Deputados.
Kelman afirmou, em depoimento à CPI, que o grande problema está na comparação das tarifas pagas com a renda per capita da população.

“Neste caso, sim, há muito que evoluir”, disse.


Durante a audiência, o ex-diretor foi desmentido por diversos deputados. O deputado Ciro Nogueira (PP-PI), destacou que comparar o preço pago pela energia no Brasil com o preço da Dinamarca, como queria Jerson Kelman, que depende de energias muito mais caras, como a eólica e a nuclear, não é correto para se fazer uma análise real da questão. Segundo Ciro “o Brasil deve ser comparado com países que usam fontes parecidas, como o Canadá e a China”, e neste caso, sim, temos a energia mais cara do mundo em relação ao seu custo de produção.

Kelman serviu ao governo de FHC desde 1999, quando participou da criação da Agência Nacional de Águas (ANA) e foi presidente do Comitê Gestor da Crise Energética (2001-2002), que elaborou a maior parte das metodologias e procedimentos da Aneel.

Serra e PSDB vêem “princípios éticos” em governadora denunciada pelo MP por chefiar organização criminosa




Serra e PSDB vêem “princípios éticos” em governadora denunciada pelo MP por chefiar organização criminosa

O governador de São Paulo, José Serra, e lideranças nacionais do PSDB assinaram uma nota em apoio à governadora do Rio Grande do Sul, Yeda Crusius, denunciada por formação de quadrilha pelo Ministério Público Federal no Estado. Uma CPI foi instalada na Assembleia Legislativa gaúcha para investigar a fraude tucana nos cofres públicos.


O documento dos tucanos dá solidariedade à Yeda e ressalta: “A direção nacional do PSDB, os governadores eleitos pelo PSDB e os líderes partidários vêm reiterar o enorme respeito que têm pela governadora Yeda Crusius e por toda a sua longa trajetória política, construída com competência e respeito a princípios éticos”.


Além de Serra, assinam a nota os governadores Aécio Neves (Minas Gerais), Teotônio Vilela Filho (Alagoas), José de Anchieta Júnior, os senadores Sérgio Guerra (presidente nacional do PSDB), Arthur Virgílio (líder da bancada no Senado) e o deputado federal José Aníbal (líder da bancada na Câmara).

Além da CPI, Yeda Crusius ainda vai sofrer um processo de impeachment, que foi aceito pelo presidente da Assembléia do Rio Grande do Sul, Ivar Pavan, atendendo a um pedido feito pelo Fórum dos Servidores Públicos Estaduais, no dia 9 de julho, alegando crime de responsabilidade enquadrado na Lei Federal n.º 1.079/50, artigo 9.º, nos itens 3, 4, 6 e 7.

“Não há dúvida do esquema criminoso que desviou recursos públicos. E há sérios indícios que relacionam a chefe do Poder Executivo com o processo de corrupção no Detran além de outras irregularidades que podem caracterizar improbidade administrativa e crime de responsabilidade”, disse o presidente da Assembléia. O pedido vai ser levado para leitura em plenário e publicação no Diário Oficial da Assembléia. Depois será formada uma comissão para analisar e encaminhar o processo.

Uma equipe de assessoramento técnico do presidente da Assembléia analisou 25 volumes com mais de 6 mil páginas da ação civil pública do Ministério Público Federal que tramita na Justiça Federal. A equipe encontrou 26 pontos no processo que vinculam a governadora ao esquema que desviou R$ 44 milhões do DETRAN-RS, ao analisar documentos e escutas telefônicas reunidas pelo MPF, Polícia Federal e Poder Judiciário. Isso sem falar da arrecadação pelo caixa dois durante e depois da campanha que a elegeu governadora.

Suspeita-se que a casa de R$ 750 mil da governadora foi comprada com dinheiro do caixa dois. A denúncia do MPF envolve a governadora, seu ex-marido Carlos Crusius e mais 7 pessoas ligadas a ela.

Nas escutas realizadas, colaboradores próximos de Yeda no Detran afirmam enfaticamente que a governadora tinha conhecimento dos fatos.

Pentágono desembolsa US$ 150 milhões para amestrar jornalistas no Afeganistão

Pentágono desembolsa US$ 150 milhões para amestrar jornalistas no Afeganistão



O Pentágono destinou US$ 150 milhões “para treinar jornalistas afegãos e paquistaneses”, revelou o jornal inglês “The Guardian”, em matéria sobre comentários do chefe do Estado Maior Maior Conjunto dos EUA, almirante Mike Mullen, quanto ao desempenho dos “esforços estratégicos de comunicação” no Afeganistão.
No “esforço” do Pentágono, estão incluídos, ainda, panfletos, cds, posters e estações de rádio. Os comentários do almirante, registrados na publicação militar “Joint Force Quartely”, vêm a público, assinalou o “Guardian”, no momento em que autoridades dos EUA admitiram que o país “está perdendo a guerra de idéias” no Afeganistão para o inimigo.


O próprio Mullen, em seu artigo no “Quartely”, assinalou que os esforços “para mandar uma mensagem positiva” afetam a credibilidade dos EUA “quando não coincidem com o que a população vê no terreno”. O chefe da carnificina na Ásia Central chegou até mesmo a identificar “uma certa arrogância” dos EUA nesses “esforços estratégicos de comunicação” no país invadido, e asseverou que “boas comunicações se propagam em via de mão dupla” (com a desprendida ajuda dos US$ 150 milhões).


Ainda segundo Mullen, o setor de “comunicações” do Pentágono andava pecando por acreditar que “mensagens são algo que podemos lançar como foguetes, ou disparar”. Deve ser por isso que, na hora de despachar suas mensagens, os invasores ianques não poupam nem festa de casamento.

ESTADO RACISTA DE ISRAEL



O Estado racista de Israel iniciou uma campanha diplomática para impedir que o relatório da ONU que o acusa de crimes de guerra nas ações terroristas na Faixa de Gaza entre 2008 e 2009 chegue ao Conselho de Segurança das Nações Unidas, informou o Ministério das Relações Exteriores israelense.
O objetivo é evitar um terreno escorregadio que pudesse levar Israel perante o Tribunal Penal Internacional (TPI), disseram representantes do ministério ao jornal Ha”aretz.


Ao apresentar o documento, o comitê liderado pelo jurista Richard Goldstone pediu ao Conselho de Segurança da ONU que obrigue Israel — e as autoridades palestinas em Gaza, às quais estendeu a acusação de “crimes de guerra” — a lançar investigações e processar os responsáveis de ações criminosas.


O Estado terrorista de Israel conta com que os países árabes tentarão levar o assunto ao Conselho de Segurança, que poderia, por sua vez, levá-lo ao TPI e, eventualmente, gerar ordens internacionais de busca e captura para responsáveis israelenses envolvidos nos crimes.

Embora seja improvável que chegue a esse ponto, a diplomacia israelense tentará obter apoio, sobretudo, entre os países com maior capacidade de influência.

“Será uma campanha legal e diplomática longa. Envolveremos nossos amigos ao longo do mundo, especialmente os EUA, para prevenir o isolamento de Israel”, acrescentaram os representantes.

O Estado terrorista centrará seu trabalho diplomático nos cinco membros permanentes do Conselho de Segurança da ONU (EUA, França, Reino Unido, Rússia e China), e também dará prioridade aos membros da União Europeia, por sua influência no Conselho de Direitos Humanos

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

FIQUE LONGE DA BURRICE

FIQUE LONGE DA BURRICE
Evo Morales conversa com o seu homólogo chinês em satélite


La Paz, 16 de setembro ABN .- O presidente boliviano, Evo Morales anunciou quarta-feira ele se reunirá em 21 de Setembro com o seu homólogo chinês, Hu Jintao, para discutir a construção do primeiro satélite de telecomunicações no país andino.

Morales disse que a reunião bilateral com líderes asiáticos terá lugar no âmbito da sua participação na 64a sessão da Assembléia Geral das Nações Unidas, informou a agência de notícias Prensa Latina.

O presidente boliviano disse que durante sua recente visita a Genebra, na Suíça, conseguiu entrevistar o presidente-executivo da União Internacional das Telecomunicações (UIT), Hamadoun Toure, que garantiu a órbita do satélite, que leva o nome de Tupac Katari, em homenagem líder indígena esquartejado no século XVIII.

O dignitário disse que ele também concordou reuniões técnicas no início de 2010, com a participação de representantes do fabricante que é a China.

Ele explicou que, devido à diversidade e contraste geográfico da Bolívia, nem todas as famílias podem aceder à Internet e outros benefícios da comunicação moderna, daí a importância do estado de satélite.

O projeto vai custar cerca de $ 300 milhões a ser financiado por um empréstimo que lhe dará Pequim e os recursos do Tesouro Geral da Nação.

Outros países sul-americanos que têm os seus próprios satélites de comunicações são Argentina, Brasil e Venezuela.
AGÊNCIA BOLIVARIANA



PSUV: Patrulhas trabalhadores construção do socialismo na Venezuela

PSUV: Patrulhas trabalhadores construção do socialismo na Venezuela


Caracas, 16 de setembro ABN .- "Os trabalhadores que passo em frente para assumir tarefas de defesa do processo revolucionário, de formação e sensibilização, e assumir as tarefas de controlo da produção e definitivamente dar-The Game de batalha em direção ao socialismo Venezuela ".

Com estas palavras, Marcela Maspero, membro do Comitê Operacional da Frente Socialista de Trabalhadores e Trabalhadores do Partido Socialista Unido da Venezuela (PSUV), se refere ao processo de formação de patrulhas a ser realizado pela Comissão de Organização do vermelho tenda.

"A primeira fase da motivação e reunião com lideranças sindicais no país tem sido um sucesso", disse ele em relação à formação de patrulhas e as mulheres trabalhadoras, acompanhado do líder revolucionário e prefeito de Caracas, Jorge Rodriguez.

Ele disse que há disposição para a classe trabalhadora em todos os sectores da economia nacional, para organizar patrulhas em coordenação com o PSUV para aprofundar a revolução bolivariana no país sob a liderança do Presidente da República Bolivariana da Venezuela, Hugo Chávez Frias.

O processo de criação de patrulhas de trabalhadores, que compreende entre 10 e 20 trabalhadores serão apoiadas por pontos vermelhos feitos a nível nacional, eo próximo 15 de outubro, fez um primeiro corte da primeira fase de estruturação patrulhas sectoriais.

Enquanto isso, Stalin Perez, líder do PSUV também disse que os operários, trabalhadores, profissionais e técnicos estão de parabéns que o partido foi colocado nas mãos dos trabalhadores como uma ferramenta de organização dos trabalhadores será de patrulhamento e de trabalhadores Socialistas.

"Podemos discutir os problemas que nós, os problemas enfrentados pela revolução, que são os nossos problemas, como a defesa da soberania é agora, neste momento que vivemos é essencial e patrulhas também servir para preparar a revolução, quando necessário ", disse.



Israel rejeita o relatório do Goldstone




Os efeitos dos ataques aéreos israelenses na Jabaliya durante a agressão (Francês - Arquivo)

Israel confirmou a sua recusa em relatar os resultados do Comitê Internacional para a Verdade com a guerra na Faixa de Gaza, acusou Israel de cometer crimes de guerra durante a recente agressão contra a Faixa de Gaza e iniciou uma campanha diplomática para impedir que o relatório de acesso ao Conselho de Segurança ou O Tribunal Penal Internacional.


Deixou claro que o porta-voz do governo israelense, Mark Revguev quarta-feira que Israel não está no processo de conduzir uma investigação independente sobre Conduta do Exército durante a guerra em Gaza Ele disse que a investigação conduzida pelo exército permanecerá aberta para uma revisão judicial independente, com a possibilidade de recurso contra os resultados da investigação oficial, anunciado pela liderança militar.


O comentário Revguev sobre o relatório do presidente da Comissão da Verdade na guerra de Gaza do juiz Estados do Sul Africano das Nações Richard Goldstone Que acusou tanto o exército israelense, o Movimento de Resistência Islâmica (Hamas) Crimes de guerra e apelou a Israel para uma investigação internacional independente e imparcial.


Campanha diplomática
O governo de Israel começou uma campanha diplomática no exterior para minimizar os danos que podem ocorrer para elas, como Vice-Ministro dos Negócios Estrangeiros Danny Ayalon, os israelenses - que está atualmente em uma visita oficial a Washington - que Tel Aviv é considerar maneiras de reduzir as repercussões do relatório e que irá apoiar Susan Rice U. S. Embaixador em Conselho de Segurança da ONU.


Ayalon: Vamos pedir o apoio dos Estados Unidos do Conselho de Segurança para limitar as repercussões do relatório (Francês - Arquivo)
Entretanto, os relatórios de notícia em Haifa, Wadi awawdi que nove organizações de direitos humanos israelense convidou o Governo a respeitar o relatório da Goldstone e convidou-os a aplicar o que as suas recomendações a necessidade de uma investigação independente sobre a conduta do Exército durante a guerra em Gaza.

Ele acrescentou que o Ministério dos Negócios Estrangeiros acusou o relatório como tendenciosa e incentivou os grupos terroristas, segundo o ministério em um comunicado divulgado na terça-feira.

Redução dos encargos
Entretanto Goldstone, disse Nicole filha - do Juiz Goldstone - que seu pai comutada acusações contra Israel, que está contida no relatório da Comissão e incluídos os crimes de guerra cometidos por Israel contra civis palestinos.

O Gwleston - que já tinham estabelecido em Israel - disse à Rádio do Exército israelense na quarta-feira ele não tinha para o pai "do relatório foi o mais grave de Israel", e que o juiz Goldstone tomou para si a tarefa de alcançar a paz, e se todo mundo está trabalhando para Israel.

Fontes de mídia, disse que os judeus israelenses Goldstone, da África do Sul se define como um sionista, que é presidente emérito de vários organismos em Israel, incluindo o Conselho de Administração de uma rede de escolas e da Comissão de Amigos da Universidade Hebraica de Jerusalém.


Posição palestina

O chefe do governo palestino, o artigo Ismail Haniyeh Congratulou-se terça-feira o relatório da Comissão de Inquérito sobre a guerra israelense contra a Faixa de Gaza há oito meses atrás, dizendo que, desde uma acusação clara de Israel de cometer crimes de guerra.

Haniyeh disse - em declarações aos jornalistas durante a reunião semanal do gabinete em Gaza - que Israel utilizou sua força aérea e meio brigadas terrestres múltiplas, mar e matou a maior parte durante os 22 dias na Faixa de Gaza, mas a condenação feita pelo mesmo relatório para o Hamas.

"O povo palestino e da resistência palestina no local de auto-defesa e não na cena do crime, nunca pode ser uma simples comparação entre o potencial que a resistência em Gaza e na grande poder possuído pela ocupação".

Haniyeh afirmou que seu governo tinha "facilitou o trabalho desta comissão, tendo-lhes com o clima necessário para atingir toda a verdade por trás da recente guerra no sector".
AL JAZIRA