sexta-feira, 25 de dezembro de 2009

REFORMA AGRÁRIA PODE GERAR MAIS DE 20 MILHÕES DE EMPREGOS

Reforma Agrária pode Gerar mais de 20 milhões de empregos, aponta estudo 22 de dezembro de 2009


ANÁLISE DO Censo Agropecuário 2006 - ALGUMAS INFORMAÇÕES IMPORTANTES
Frei Sérgio Görgen (*)A cada 10 anos, o IBGE - Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - faz um levantamento, uma pesquisa, indo de casa em casa, para saber como está a vida ea produção BRASILEIRO NO meio rural.


O último Censo Agropecuário foi feito em 2006 e publicado em 2009. Esta pesquisa Permite fazer um retrato, uma fotografia de como está a vida ea produção na roça. É possivel fazer comparações também algumas importantes sobre as diferenças entres os grandes e pequenos agricultores, entre o agronegócio ea agricultura camponesa.



Vejamos alguns números desta pesquisa.


1 - Propriedade e Posse da Terra:


Os pequenos agricultores Têm 24% de todas as privatizadas terras do Brasil.


Quer dizer, de cada 100 hectares de terras, 24 são de camponeses.


Os médios e grandes Têm 76% de todas as terras.


De cada 100 hectares, 76 são do agronegócio.


2 - Número de Estabelecimentos - Propriedades, Posses, Lotes:


Os camponeses são mais de 4 milhões e 360 Estabelecimentos mil.



Os médios e grandes são apenas 807 Estabelecimentos mil.


Os grandes Proprietários acima de mil hecatres São apenas 46 mil. Os latifundiários acima de 2 mil hectares são apenas 15 mil fazendeiros, que detem 98 milhões de hectares.


3 - O que produzem:


Os camponeses produzem 40% da produção agropecuária do Brasil (medida pelo Valor Bruto da Produção Agropecuária Total), apesar de terem apenas das Terras 24%, nas piores Condições de topografia e fertilidade. Além disso, sabe-se que grande parte da produçao do Camponês é para auto-sustento e, portanto, não é vendida.


Os médios e grandes produzem 60% da produção agropecuária do país e Possuem 76% de todas as terras - entre elas, as mais planas, férteis e melhor localizadas para o mercado.



4 - Valor da Produção por hectare:


1 hectare da agricultura camponesa teve, em média, uma renda de R $ 677,00.


1 hectare do agronegócio teve, em média, uma renda de apenas R $ 368,00.


5 - Quem Produz o que o povo brasileiro vem:


Daquilo que vai para a mesa dos brasileiros, 70% é produzido pelos pequenos agricultores, camponeses pelos.


Só 30% do que vai à mesa dos brasileiros vem grandes propriedades das, que priorizam apenas as exportações. Não produzem comida, apenas querem Produzir "commodities".



6 - Trabalho para o povo:


As pequenas propriedades dão trabalho para 74% de toda a mão de obra no campo brasileiro.


As grandes e médias, o agronegócio, mesmo com muito mais terra, só Empregam 26% das pessoas que resultados obtêm no campo. Preferem JAF mecanização intensiva e muito agrotóxico. Por isso, o Brasil se Transformou na safra de 2008/2009 n º maior consumidor mundial de agrotóxicos. São aplicados 700 milhões de litros de veneno por ano!




7 - Quantas pessoas por hectare resultados obtêm:


Na agricultura camponesa, em cada 100 hectares, resultados obtêm 15 pessoas.


No agronegócio, em cada 100 hectares, apenas dão emprego para 2 pessoas (média real de 1,7 pessoas / ha).


8 - Os recursos do Crédito Agrícola:



Os valores do crédito Não estão no Censo Agropecuário, mas no Plano Safra. No Plano Safra 2009/2010 foram Destinados R $ 93 bilhões para o agronegócio, e R $ 15 bilhões para uma agricultura camponesa.



Mesmo assim, sabe-se que apesar da Crescente oferta de recursos para uma agricultura camponesa, apenas 1,2 milhões de Estabelecimentos familiares Têm acesso ao credito, e na última safra utilizaram apenas 80% do que está disponível.


Isto significa que os camponeses Utilice apenas 14% do total Crédito Agrícola ofertado pelos bancos, das normas e determinações Através da política do Governo Federal.



Resumo comparativo entre os dois modelos de agricultura vigentes no Brasil


Quadro comparativo
PERSPECTIVAS CASO houvesse REFORMA AGRÁRIA Massiva


Usando os dados do Censo de 2006, podemos fazer uma projeção de como poderia ser o Brasil se houvesse uma Reforma Agrária, massiva, que democratizasse uma propriedade ea posse da terra e reorganizasse A produção agrícola para o mercado interno.


Tomando como base só os Estabelecimentos acima de mil hectares, ou apenas 46,911 Estabelecimentos: ocupam uma área de 146.553.218 hectares, isto é, mais de 146 milhões de hectares. Dá uma média de 3,125 hectares por propriedade.


Agora, vejamos como ficariam estas terras que pertencem agora a apenas 47 mil grandes Proprietários, se fosse distribuída em lotes com tamanho médio de 50 hectares por família:



- Seriam criados 2 milhões e 920 mil Estabelecimentos agrícolas novos, ou seja, quase 3 milhões de novas famílias de camponeses.


- Contando que uma agricultura camponesa ocupa 15 pessoas a cada 100 hectares, esta Reforma Agrária criaria mais trabalho para 21 milhões de pessoas, ao contrário de 2 milhões e 400 mil criados hoje Através do agronegócio - que, além do mais, recebendo salários ridiculos resultados obtêm , muitas vezes temporários apenas, e sem direitos trabalhistas ou previdenciários.



- Tomando em conta que, na agricultura camponesa, ano cada hectare gera uma renda média anual é de R $ 677,00, a renda gerada nas áreas distribuídas produziria uma nova riqueza no valor aproximado de R $ 99 bilhões por.


É só comparar. O latifúndio eo agronegócio não para beneficios trazem uma sociedade brasileira, nem social, nem economicamente, e muito menos ambientalmente e Sustentável. Pois uma sua matriz tecnológica é altamente destruitiva pelo uso intensivo de agrotóxicos.


Uma Reforma Agrária que atingesse apenas os Estabelecimentos acima de mil hectares, preservando os médios proprietários, geraria produção muito mais trabalho, renda e desenvolvimento para todos os brasileiros.


(*) Frei Sergio Görgen é membro do Movimento dos Pequenos Agricultores (MPA) e da Via Campesina Brasil


Assentamento de Hulha Negra-RS, dezembro de 2009.

EXCLUSÃO SOCIAL DO TRANSPORTE


NO SEMINÁRIO EM QUE ESTIVE REALIZADO PELA FAMBARRA, NO DIA 28/10 O Professor Fernando Mac Dowell,


(* FOTO)EM GRAVE DENUNCIA QUE "EXISTE CERCA DE 1,9 MILHÃO DE PESSOAS VIVEM NA EXCLUSÃO SOCIAL DO TRANSPORTE, E MUITAS Trabalham DE CARTEIRA ASSINADA QUE DORMEM NAS RUAS, PARA FICAREM PERTO DO TRABALHO."



Mac Dowell, TAMBÉM DIZ QUE O MODELO QUE SEJA ADOTADO PARA AS FUTURAS (UE ALVARO COSTA, NEY SUASSUNA E DIRETOTIA FAMBARRA - FOTO) ALVARO COSTA, NEY SUASSUNA E DIRETOTIA FAMBARRA - FOTO) OLIMPIADAS, BRT, NÃO IRÁ RETIRAR OS CARROS DAS RUAS. SEGUNDO ELE EXISTE 30 CARROS VLT APODRECENDO NAS Garagens DO METRO, QUE PODERIAM SER UTILIZADOS NA PISTA CENTRAL DAS AV. DAS AMÉRICAS.


- O T5 foi Projetado para ter 35 Interseções, explicou o BRT é muito lento,.
Segundo ele o aeromóvel é muito mais eficaz, além de ter um menor custo e tarifa mais baixa. Ele lembrou que o importante será o legado que deixará as olimpíadas para a população.

CUSTOS ALTÍSSIMOS TEM SIDO APRESENTADO A SOCIEDADE.

- Falam em um gasto de R $ 1 bilhão, mas pelos Projetos Apresentados o custo máximo seria de R $ 80 milhões, para o metrô da Barra s foi dito R $ 5,7 bilhões, ou seja, cerca de R $ 463 milhões por km, mas esse Orçamento não existe nem em outros Países, disse.

ESTA PALESTRA FOI FEITA PELO ENGENHEIRO EM JUNHO/2009 NO CLUBE DE ENGENHARIA




Segundo o engenheiro econômico, em qualquer projeto de transporte Importância é de fundamental existir um equilíbrio entre os aspectos social, ambiental, urbanístico, técnico e financeiro. Ele chamou atenção dos conselheiros para uma Existência de "variáveis conflitantes" no equilíbrio proposto.
- A abrangência social do Metrô é tanto maior quanto menores o valor da tarifa, o tempo de Acessibilidade à estação, o tempo de viagem, o intervalo entre trens ea Regularidade, o tempo de espera na plataforma, eo conforto no interior do trem. Por outro, para que isto aconteça é preciso aumentar investimentos, custos operacionais e, conseqüentemente, da Companhia o défice, o que na prática, paradoxalmente, dificulta o alcance social desejado.
Mac Dowel alertou que a solução proposta pela Concessionária para resolver os gargalos operacionais na Linha 2 prevê o abandono da Estação Estácio do Metrô como Estação de tranbordo. A estação custou aos cofres públicos cerca de R $ 300 milhões pela profundidade que teve que Atingir para uma correspondência com a Linha 2, que apresenta plataforma para trens de 8 carros.
- Na seqüência uma proposta abandona também um trecho em operação na Linha 2 do Metrô de aproximadamente 1,6 km (1,551 m), que custou R $ 400 milhões de investimento público e corresponde ao trecho situado entre as estações Estácio e São Cristóvão. O trecho que Envolvem uma travessia da Praça da Bandeira, com alto grau de dificuldade construtiva - pois teve que passar embaixo de Dois Rios (Comprido e Trapicheiro) e ainda das fundações do viaduto Paulo de Frontin. O projeto ainda abandona a obra Executada na Estação Carioca, que garante uma construção da expansão da Linha 2. Também Devido à grande profundidade de suas escavações (40 m), e para Garantir uma correspondência entre as linhas e 1, foram gastos outros R $ 300 milhões 2, bilhão que juntos perfazem R $ 1,1, a preços atuais, de investimentos públicos Serão abandonados que inacreditavelmente - denunciou.



TRANSPORTE DE MASSA

Segundo o consultor, uma solução provisória proposta pela Concessionária um limita uma taxa de 4 passageiros por metro quadrado entre estações consecutivas. Isto corresponde, na Linha 1, a Receber até 695 mil passageiros por dia e na Linha 2 por apenas 160 mil, enquanto na solução original do Metrô, com uma implantação do trecho Estácio, Carioca e Castelo (Barcas), a Linha 1 estaria apta A Receber até 939 mil passageiros por dia, portanto 35% a mais. Já a Linha 2 até poderia incorporar 516 mil usuários, o que representa mais do que o triplo (3,2 vezes) de passageiros que o da solução proposta pela Concessionária.
Considerado um dos transportes de massa mais Eficientes o metro, disse o consultor, não consegue absorver a demanda de passageiros em razão de sua expansão lenta.
- Nos últimos dez anos, apenas quatro estações foram inauguradas: Pavuna, Cardeal Arcoverde, Siqueira Campos e Cantagalo. O tempo de espera dos passageiros também é alto: quatro minutos e dez segundos na Linha 1 e dez segundos a mais na Linha 2. Além disso, os vagões ficam superlotados nas horas de pico. O tempo máximo de espera no metrô não pode passar de quatro minutos. Nos vagões, os passageiros se apertam, ficando até seis pessoas por metro quadrado, quando o tolerado é até quatro. Hoje o metrô transporta apenas 550 mil pessoas por dia útil - destacou Mac Dowell. ABAIXO DO SITE
http://www.clubedeengenharia.org.br/08jul_mac_dowell.html


EM RESPOSTA SOBRE O METRO DO RJ, inaugurado PELO PRESIDENTE LULA, O QUE DIZ:
AYLTON,


SÓ VOU RESSALTAR O SEGUINTE:


O FATO DO METRÔ DO RIO PAGAR A METADE DO PREÇO NA CHINA, QUERO QUE SÃO RESSALTAR  TRENS ABSOLUTAMENTE DISTINTOS.


O METRÔ DO RIO, PASME, COMPROU TREM COM REBOQUE, CUJO DESEMPENHO NÃO SE COMPARA COM O CARRO ORIGINAL DO METRO DO RIO QUE SAIU DE UMA PRANCHETA  E POSSUI O MAIOR VÃO DE PORTA DO MUNDO RESULTADO DOS ESTUDOS ERGONOMÉTRICOS.



O CARRO ORIGINAL DO METRÔ DO RIO POSSUI TODOS SEUS EIXOS TRACIONADOS RAMPA PARA SUBIR DE ATÉ 4%, PODE TRECIONAR 8 CARROS E AINDA APRESENTA MAIOR CAPACIDADE, ATÉ MESMO QUE O DO METRÔ DE SÃO PAULO E BREVEMENT MEDÍOCRE FICARÁ (A POPULAÇÃO CARIOCA NÃO MERECE) .



LAMENTAVELMENTE O QUE O GOVERNO DO ESTADO ESTÁ FAZENDO COM O METRÔ DO RIO É ALGO INACREDITÁVEL E NÃO SERVE DE EXEMPLO PARA NINGUEM, MUITO MENOS PARA O PRESIDENTE LULA ILUDIDO NESSE EPISÓDIO CONCORDO QUE DEVEMOS PROCURAR O MERCADO INTERNO INDUSTRIAL PARA TERMOS DE FATO COM CARRO DE METRÔ PREÇO MAIS ACCESSIVEL SEM OS FAMOSOS "INGREDINETES" POLÍTICOS E COM A APRESENTAÇÃO DE ESPECIFICAÇÃO INTELIGENTE, PARA QUE INTERROMPA ESSA BAGUNÇA QUE FOI INSTITUCIONALIZADA NOS TRANSPORTES PÚBLICOS DO RIO DE JANEIRO NESSES ÚLTIMOS 3 ANOS.



DIGA-SE DE PASSAGEM NÃO FOI POR FALTA DE AVISO E MUITO MENOS POR FALTA DE APRESENTAÇÃO DE SOLUÇÕES TANTO AO GOVERNO DO ESTADO, QUANTO PARA A PREFEITURA.


NUNCA HOUVE DIÁLOGO E NÃO FOI ESTABELECIDA SE QUER UMA POLÍTICA DE TRANSPORTE INTELIGENTE ALICERÇADA TECNICA E SISTEMICAMENTE NO RIO DE JANEIRO.

Fernando também falou MacDowell Das condições péssimas do Elevado do Joá, onde, segundo um estudo feito por ele, existe um pilar completamente abalado, caso não seja feito nada acontecer uma tragédia PODERÁ:


- O problema do Joá é sério e delicado ele completou,.


* Professor Doutor e Livre EM ENGENHARIA DA UFRJ E EX-DIRETOR DE PLANEJAMENTO E PROJETOS DO METRO










MUDANÇA DO SISTEMA: PARA SALVAR A HUMANIDADE

Durante as últimas décadas um grande fosso, abriu entre o norte eo sul.



Liderados pelos Estados Unidos e na companhia de aliados circunstanciais que correspondam aos seus interesses em todas as vezes ou cumplicidade dos governos para satisfazer seus próprios interesses e não dos seus povos, são chamados União Européia, Blair, Aznar, ou outros O Norte tem emergido como ditador ganancioso dos destinos do planeta.


Grandes grupos económicos, em geral nascidos nesses países, tornou-se mercenária multinacional na busca do ganho econômico a qualquer custo, não hesitou em submeter os direitos humanos para destruir os ecossistemas e poluem o mundo inteiro sofre.


O desenho deliberadamente enganosa do conceito de desenvolvimento que nos foi imposta, produziu os problemas sociais e ambientais que causou e ainda, uma deterioração das condições de vida para todos os seres que habitam o planeta.


Poluição de água doce, a desertificação de uma grande extensão de terras férteis e altos níveis de poluição do ar são algumas das consequências ambientais, que longe de ser diminuída, continuou a aprofundar a cada dia por uma auto-inconsciência ecológica destrutivo.


Subjugação das culturas étnicas e regionais, a subjugação dos povos indígenas e comunidades camponesas são algumas das consequências visíveis na triste realidade social em que vivemos a cada dia.


No entanto, o dano não foi completa nem irreversível e Sul despertou para a situação limite em que vivemos. Novos líderes surgem com o apoio e como porta-vozes para o nosso povo resgatar valores humanos como a solidariedade, o respeito à terra e à crença de que a possibilidade de forjar um futuro melhor ainda está em nossas mãos.


Povos do Sul, revelam-nos a continuar a ser explorados, humilhados e saqueadas e nós nos recusamos a permanecer como espectadores passivos da destruição da Terra acelerado para manter a qualidade de vida no Norte.


Que a resistência se torna mais forte a cada marcha, cada fórum, a cada mobilização, a cada ato de desobediência civil, mas as necessidades de cada um de nós para conseguir o impulso final para gerar um ponto de viragem para um mundo melhor, para um mundo com possibilidades de futuro para todos.


Um mundo que não pode ser alcançada sem ter jogo e comprometemo-nos uma vez por todas, com esta luta que iniciámos contra o modelo economicista de desenvolvimento que está causando a aniquilação total da vida no planeta.

http://economia.ecoportal.net

MARCHA CONTRA O MURO DA VERGONHA EM GAZA PALESTINA

Milhares de palestinos demonstraram orações terça-feira após sexta-feira na cidade de Gaza Egito, para protestar contra a construção do muro de aço na fronteira com a Faixa de Gaza.




E começou a marcha Convocada pelo Movimento de Resistência Islâmica (Hamas) Das mesquitas em Gaza Recolher para no Campo da Palestina, onde os Manifestantes gritavam slogans condenando o muro.





Ele disse o porta-voz do Hamas, Hamad Alrqub um discurso em nenhuma final da marcha que uma demonstração, é "uma rejeição da morte de construir um muro na fronteira dos Sitiados Faixa de Gaza, na Faixa de Gaza e Condenação dos Passos apertar o cerco" em .


Ele chamou Alrqub como Autoridades Egípcias um não ceder à pressão da UE "E para impedir uma construção do Muro de não participar na conspiração para Gaza estrangular", Sublinhando que "Introduzir uma lógica de medicamentos, alimentos e também armas do Egito."



Sublinhando que a circulação de Segurança Egípcias, disse ele, Acrescentando que "uma verdadeira Segurança Nacional e uma presença de uma forte resistência em Gaza e na Palestina, quando uma multa".


O Hamas organizou três dias antes de uma manifestação semelhante Fora da passagem de Rafah, fechado desde que o Grupo Islâmico tomou o território em junho de 2007.



Negado
Em um contexto relacionado negado "Campanha Europeia de levantar o cerco de Gaza uma", o (e Doentes presos palestinos cruzaram Rafa-foto)Baseado em Bruxelas notícias disse que uma campanha chamada para um boicote de produtos turísticos e da resposta do Egipto para uma construção do muro.



Egito obteve uma conclusão da meia-Construído em aço de parede (Al-Jazeera Net, foto abaixo)


E a Net Transferência-Jazeera correspondente em Gaza Mohammad campanha Fayyad emitiu uma declaração dizendo que "as coisas não são resolvidas desta forma, especialmente com o povo egípcio é afetado por tais medidas".


A campanha ao mesmo tempo, recusar-se a construir o muro, advertindo que "gera o ódio entre os Povos".


A Organização Árabe de Direitos Humanos na Grã-Bretanha Revelou que o Egipto atingiu 5,4 km a partir da parede de aço de dez quilômetros de comprimento, construído de ao longo da rota Filadélfia na Faixa de Gaza, junto à fronteira com o Egito, Israel França americana sob supervisão.


De acordo com um Relatório divulgado pela organização que recebeu uma cópia de que ilha do Fórum, o muro vai Semear a uma profundidade de vinte a trinta metros, e é Constituida por chapas de aço de comprimento, 18 metros e cinqüenta centímetros de espessura, que é equipado com sensores para alertar as tentativas de violação, e colocado sob um Supervisão de toda uma agentes de inteligência franceses e americanos.


Travessias

Em um desenvolvimento relacionado, hoje, como Autoridades de Israel fechou todas as passagens fronteiriças com uma Faixa de Gaza.



Os Doentes e os presos palestinos cruzaram uma Rafah, antes de fechar (Al-Jazeera - Arquivo)
O presidente do Comité de Coordenação para uma entrada de mercadorias em Gaza, Raed Fattouh, num comunicado de imprensa que como Israelitas Autoridades impuseram um encerramento completo em passagens de Gaza comercial é uma passagem de Kerem Shalom sul de Gaza e não da Nahal Oz e Karni , a leste de Gaza.



E esse foi o fechamento das passagens comerciais em plena sexta-feira e sábado em cada semana.


Por sua parte, a imprensa Afirmou que as Autoridades Egípcias de Rafah, fechada ontem por tempo indeterminado, após abrir uma quarta-feira e quinta-feira onde estavam atravessando a 550 pacientes e os palestinos presos em ambos os lados.


Por outro lado, lançou barcos estacionados no mar de Israel de Gaza sem fogo com metralhadoras pesadas para os barcos de pesca palestino na região do Mar, "Sudão" e da cidade de Beit Lahiya, no norte da Faixa de Gaza.


Palestinas Fontes disseram que o tiroteio não Resultaram em qualquer número de Vítimas Entre os pescadores palestinos que foram Forçados um Ancorar na praia, um fim de Evitar lesões.


Fonte: Al Jazeera + Agências



CELEBRAÇÕES EM BELEM PEDIDOS DE PAZ

Celebrações de Natal continuou sendo o calendário ocidental, na cidade de Belém no Banco Ocidental, onde milhares de cristãos participaram de um experiente em massa por meio da Igreja da Natividade, na noite de sexta-feira e supervisionado pelo Patriarca Latino Fouad Twal.



E assistiu à missa o presidente palestino, Mahmoud Abbas, eo primeiro-ministro do governo interino, Salam Fayyad, do Ocidente e uma série de outras autoridades palestinas.



Abbas aproveitou a ocasião para declarar o seu apoio à realização do acordo de troca de prisioneiros entre o Movimento de Resistência Islâmica (Hamas) e da ocupação israelense, e considerou que "qualquer prisioneiros palestinos, independentemente do motivo que fora é um benefício para o povo palestino".


Por sua parte sem dormir, o patriarca, à sua maneira, "É hora após a choques econômicos dos mercados financeiros globais e derrotas, que as pessoas entendam que a economia precisa ser Kalqnaap pilares da moral e da participação".


Um apelo à paz
E pediu "orações pela paz no Oriente Médio é uma de justiça e dignidade humana" e "Como é feliz se passaram desde a guerra sem fim cerco de Gaza e sem irmãos reunidos", em referência à divisão interna palestina.


O patriarca tinha insônia confirmada em uma mensagem por ocasião da quarta-feira que os palestinos ainda estão sem um estado que lhes permita viver em paz e harmonia com seus vizinhos de Israel, e ainda sofrem com a ocupação ea situação económica difícil, ea destruição de casas no leste de Jerusalém, assim como divisões internas.





Noite Missa presidida pelo Patriarca Latino Fouad Twal (Francês)
Ele não chamou a perder a esperança, e disse: "Nossa esperança ainda está viva, e é a esperança que nos encoraja a mudar a realidade em que vivemos, e espero que não quer dizer mal de entrega, mas a resistência."


O afluxo de milhares de pessoas nos últimos dias na cidade de Belém - o local de nascimento de Cristo, a paz esteja com ele - enquanto a Autoridade Palestiniana publicou centenas de policiais nas ruas ea área ao redor da Igreja da Natividade.


Chegaram à cidade cerca de 35 mil turistas, enquanto que o previsto e os palestinos ministro do Turismo, os visitantes Khouloud Daibes à cidade varia entre mil e quarenta e cinquenta mil turistas.


Os visitantes da Faixa de Gaza
Por outro lado, o exército israelita anunciou que permitiu a trezentos cristãos palestinos da Faixa de Gaza para ir para a cidade de Belém, na Cisjordânia, para participar nas celebrações do Natal.


Cristãos e foi a Belém através de Beit Hanoun (Erez) cruzando o norte da Faixa de Gaza depois que o acesso de Israel para as licenças necessárias.


Segundo a agência de notícias alemã, vive na Faixa de Gaza, principalmente a partir de 3500 os cristãos ortodoxos orientais de 1,5 milhões de pessoas que vivem no sector, que está sob bloqueio israelense apertado desde o meados de Junho de 2007.


Fonte: Al Jazeera + agência

CONFECOM: UMA PRIMEIRA VITÓRIA E UMA NOVA ETAPA NA LONGA LUTA.

Para a oligarquia midiática qualquer ação feita com o sentido de criação de políticas públicas para a comunicação é inevitavelmente censura estatal, porque tratam a comunicação como se fosse um latifúndio, uma fábrica qualquer de medicamentos falsificados, embora bem embalados
BETO ALMEIDA*



Era um, era dois, era cem/ Era um dia, era claro/ Quase meio/ Encerrar meu cantar/ Já convém/ Prometendo um novo ponteio/ Certo dia que sei/ Por inteiro/ Eu espero não vá demorar/ Esse dia estou certo que vem/ Digo logo o que vim/ Prá buscar/ Correndo no meio do mundo/ Não deixo a viola de lado/ Vou ver o tempo mudado/ E um novo lugar prá cantar…/ Quem me dera agora/ Eu tivesse a viola/ Prá cantar/ Ponteio!…
(“Ponteio” - Edu Lobo e Capinam)



Basta tomar as manchetes rancorosas da grande mídia capitalista contra a primeira Conferência Nacional de Comunicação para comprovar que o evento representa indiscutivelmente uma importante vitória das forças progressistas no Brasil. Especialmente a TV Globo e o jornal “O Globo” dedicaram espaços para destruir a imagem desta primeira Confecom na história do Brasil, como se não fosse possível fazer um evento democrático na área da comunicação sem a anuência destes setores. Este era um tema proibido, hoje é agenda do Estado e da sociedade.

Nestas manchetes, revela-se que os grandes magnatas da mídia sentiram o golpe, pois para eles é inadmissível que este tema Democracia na Comunicação seja tratado pública e democraticamente. Muito menos aceitável, para eles, é que o governo patrocine tal evento. Para a oligarquia midiática qualquer ação feita com o sentido de criação de políticas públicas para a comunicação é inevitavelmente censura estatal, porque tratam a comunicação como se fosse um latifúndio, uma indústria de alimentos contaminados, uma fábrica qualquer de medicamentos falsificados, embora bem embalados.




A grande diferença é que o governo atual não está interessado em censura mas em promover a democratização da comunicação. E para isto cuidou de construir uma aliança com os movimentos sociais e com setores não monopolistas do empresariado para viabilizar a Confecom, neutralizando, de certa maneira, a sabotagem organizada pela Abert, Anj e Aner. Primeiro é preciso reconhecer em geral o acerto desta tática de construir alianças entre governo e sociedade organizada, mas também com setores do empresariado dispostos a aceitar que a comunicação seja discutida por toda a sociedade e não apenas pelos pequenos círculos oligopolistas de sempre.



Pode-se prever que o tom de críticas a Lula será ainda mais azedo e odioso, do mesmo modo como também condenam e insultam Chávez, Rafael Correa, Evo Morales e Cristina Kirchner por promoverem medidas de democratização na comunicação e por terem tido a coragem de questionar e enfrentar os indecentes privilégios que aqueles magnatas da comunicação sempre tiveram. Eles não perdoarão jamais a Lula por ter convocado uma Conferência oficial para tornar a comunicação tema de todos os brasileiros.


ORGANIZAR O CAMPO POPULAR DA COMUNICAÇÃO
A Confecom aprovou temas importantes, seja medidas de aplicação imediata, consideradas exequíveis porque dependem exclusivamente de ato de governo legitimado por um presidente que teve 63 milhões de votos e agora tem o respaldo de uma conferência nacional.


Exemplo disto é que quando em 2004 o presidente Lula assinou decreto-lei criando a Rede de TVs Institucionais, que levaria o sinal destas emissoras a todos os municípios (que também poderiam ter espaço de produção local de uma pequena parte da programação), encontrou ampla oposição da Abert taxando o decreto de estatizante. Mas, também a Fenaj se opôs à criação da RTVI, especialmente por discordar da via do decreto.


Sem respaldo, e com outras dificuldades, Lula recuou. Agora tem consigo as resoluções aprovadas da Confecom, legitimadas pela ampla participação da sociedade, inclusive de um setor do empresariado. O que não elimina a necessidade do fortalecimento do campo democrático e popular de comunicação para a implementação das resoluções, consistindo na manutenção da aliança entre governo, partidos políticos, movimentos sindicais, movimentos da sociedade e segmentos empresariais não monopolistas.


Agora a Confecom lhe dá o respaldo para que, por meio de atos de governo, seja portaria, seja decreto ou regulamentação, muitas resoluções aprovadas sejam transformadas em realidade.


Aqui incluídas uma boa parte das 59 propostas que a Secom aprovou na conferência, tendo como linha o fortalecimento da comunicação pública, como a criação do Operador Nacional Único de Rede nas mãos da EBC, a mudança de critérios para a publicidade institucional que também alcançará a comunicação comunitária, a inclusão dos canais comunitários na TV digital em sinal aberto, a distribuição equitativa de concessões na era digital para os segmentos público, estatal e privado, uma nova relação com as rádios comunitárias a partir de estruturas específicas para desburocratizar seus pleitos, o fim da criminalização ao setor, inclusive porque passarão a fazer parte também, oficialmente, da pauta de publicidade institucional, o que é uma relação concreta entre estado e movimentos sociais que sustentam a radiodifusão comunitária.


Deste modo, o pessimismo ou o ceticismo de muitos delegados, que só durante o transcorrer da Confecom foram se convencendo que estão de fato fazendo avançar e concretizando um leque de reivindicações que, durante décadas, eram apenas alardeadas como algo muito remoto, devem ser transformados não em otimismo inconsequente, mas num realismo ativo, construtivo, indicando que foi feita uma Confecom possível, com resultados práticos e com conteúdo político e programático justo para a continuidade de uma luta que exige medidas de fundo, muito mais radicais, que só num outro governo e com outras relações de força poderão ser adotadas.


BANDEIRAS HISTÓRICAS E PROPOSTAS EXEQUÍVEIS
Todas as demandas históricas do movimento pela democratização da comunicação também foram debatidas - a profundidade dos debates foi enormemente prejudicada pela péssima organização dos trabalhos a cargo da FGV, com erros tão primários que o governo está na obrigação de investigar - e em boa medida aprovadas. Há consciência de que estas bandeiras históricas, relacionadas à regulamentação do capítulo da Comunicação Social na Constituição, dependem de um acúmulo de forças muito maior na sociedade brasileira. Se aceitarmos uma estimativa de que a Confecom envolveu a participação de 30 mil pessoas que estiveram nas conferências municipais, conferências estaduais, conferências livres, seminários sindicais, encontros de segmentos, talvez estejamos diante da necessidade de aceitar que ainda falta muito para transformar radicalmente uma tirania midiática instalada há décadas, com poderes de fato para interferir nos rumos do processo político, econômico e social. Só agora, a partir da Confecom, o debate da comunicação poderá deixar de ser coisa de especialistas, de comunicólogos, ou de jornalistas, para ganhar de fato a atenção de amplos setores da sociedade.


Desse modo, é importante vitória que as concessões de TV e rádio sejam debatidas e questionadas não apenas por círculos pequenos acadêmicos ou sindicais, que haja propostas para a democratização de suas outorgas e que a renovação destas concessões sejam obrigatoriamente submetidas ao crivo da participação da sociedade, por meio de audiências públicas. É também enorme vitória a aprovação pela Confecom de resoluções visando regulamentar a Constituição que já prevê a proibição do oligopólio e monopólio, que exige o uso educativo e informativo destes serviços, que estabelece a complementaridade entre os segmentos público, estatal e privado, apontando na direção do fortalecimento dos segmentos público e estatal, largamente preteridos na atualidade pelos indecorosos privilégios que o setor privado recebeu ao longo de décadas.


CONSELHO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL
A Confecom foi além ao aprovar resoluções contra a discriminação racial ou de gênero, contra a publicidade anti-saúde promotora de consumo irresponsável e destrutivo, contra as agressões publicitárias à criança. Especialmente por ter aprovado a criação do Conselho de Comunicação Social, proposta também de iniciativa do governo Lula. Sem desprezar a recuperação do Conselho de Comunicação do Congresso, hoje paralisado. Certamente, tais lutas demandarão enorme esforço de continuidade da ampliação das forças hoje em ação para que possam efetivamente virar realidade. Mas, para isto, já conta com o fortalecimento do campo público da comunicação, incluindo a expansão das emissoras ligadas à EBC, as TVs e rádios educativas, legislativas, comunitárias e universitárias, o que não depende de aprovação do Congresso Nacional, o que seria improvável a curto prazo. É fundamental que o Campo Popular da Democratização também aponte a sua luta para formar uma Bancada da Comunicação Democrática nas eleições de 2010, além de fazer com que os presidenciáveis se posicionem e se comprometam claramente com as resoluções da Confecom, como aliás, Lula mencionou na abertura do evento.


PROPOSTAS ESTRATÉGICAS
Há ainda um leque de medidas de cunho estratégico aprovadas na Confecom, especialmente aquelas reiteradas reivindicações para que o governo promova, como política de estado, um Plano Nacional de Banda Larga, democrático, inclusivo, chegando aos grotões deste país. Para isto é necessário um instrumento estatal, já que a participação dos empresários de telefonia na Confecom estava dirigida a arrancar privilégios tributários e orçamentários para que sejam eles os protagonistas desta ação, o que seria temerário. Sem a presença de um instrumento estatal o cinema brasileiro retrocedeu largamente, por isto, é importante a resolução aprovada no sentido de criação de uma empresa pública para estimular a produção, distribuição e exibição do cinema brasileiro. Da mesma forma, sem descartar a participação de segmentos empresariais no Programa de Banda Larga, sobretudo do pequeno e médio empresariado nacional, é indispensável a existência de uma empresa estatal capaz de operar e ditar as regras do jogo para que as amplas camadas de brasileiros pobres também tenham acesso à internet pública em banda larga.


UM GRANDE EQUÍVOCO

Houve notas negativas nesta Confecom, e não apenas pela precária administração e sistematização dos trabalhos a cargo da FGV. A aprovação da flexibilização do programa Voz do Brasil, atendendo a uma campanha antiga da Abert e da ANJ que nem presentes estavam, pode causar enorme prejuízo ao povo brasileiro. Trata-se de programa radiofônico que se constitui na única possibilidade de milhões de brasileiros que vivem nos lugares mais remotos, sejam ribeirinhos, caiçaras, indígenas e quilombolas, de terem algum tipo de informação de natureza pública. A mídia privada não lhes dá tal oportunidade.


A Voz do Brasil é a única informação que chega a todos os grotões deste país, numa população que majoritariamente não tem qualquer acesso à leitura de jornal. Flexibilizada, será exibida pela madrugada, tal como se faz com o Telecurso Segundo Grau, que embora produzido com verbas públicas, é escondido de seu público alvo. Tornar a Voz do Brasil inaudível é o primeiro passo neoliberal para eliminá-la.


Desconsiderou-se nesta medida a última pesquisa de opinião pública realizada, quando mais de 73% dos brasileiros declararam-se favoráveis e ouvintes da Voz do Brasil e contrários à sua extinção. A estranha aliança entre setor público, um setor dos movimentos sociais e o empresariado contrário a qualquer forma de regulamentação de programação pode “proporcionar” mais uma hora de baixaria, de propaganda, de música de pouca qualificação.


OS GRINGOS AVANÇAM COM IV FROTA E VOZ DA AMÉRICA
O correto seria defender - como na proposta original - a manutenção da Voz do Brasil, sua qualificação e aperfeiçoamento. A começar pela destinação de um pequeno percentual de seu tempo como uma espécie de Direito de Antena para segmentos sociais atualmente sem voz. Com a flexibilização, prepara-se o terreno para que ela seja inaudível, facilitando sua extinção. É importante que tal equívoco seja corrigido. Que seja realizada uma consulta popular para que o povo brasileiro possa dar a última palavra. Especialmente num momento em que o programa Voz da América, do governo dos EUA, organiza e amplia uma rede de 400 emissoras de rádio na América Latina para, segundo declaração dos responsáveis pelo programa, impedir o processo de transformação comunicativa em curso na América Latina.
O Brasil também é parte de processo de mudanças, com seu ritmo próprio e diferenciado, seja pelas peculiaridades do desenvolvimento capitalista no Brasil e também porque ainda não se registra uma maioria parlamentar que viabilize, como em outros países, mudanças democráticas na comunicação social.


 Mesmo assim, foi realizada a Confecom possível, com medidas concretas de curto prazo e consolidação das bandeiras históricas da luta pela democratização da comunicação que vão nortear esta caminhada longa daqui em diante. Mas, já com o governo fazendo suas essas bandeiras. Não houve uma “virada de mesa”, era previsível que não houvesse. Mas, já há um leque de forças, um Campo Popular da Comunicação que precisa manter-se atuante, organizado, com plenárias regulares, reuniões periódicas, vencendo o desafio de ampliar a participação da sociedade nesta luta, que ainda é insuficiente para as metas gigantescas pretendidas diante de inimigos tão poderosos. Mas, já estamos numa etapa mais avançada desta caminhada.
* Presidente da TV Cidade Livre de Brasília.